Almeida Revista e Corrigida (ARC)
6

61

6:1
Ct 1:8
PARA onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? para onde virou a vista o teu amado, e o buscaremos contigo? 2O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para se alimentar nos jardins e para colher os lírios. 3
6:3
Ct 2:16
4:1
7:10
Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu: ele se alimenta entre os lírios. 4Formosa és, amiga minha, como Tirza, aprazível como Jerusalém, formidável como um exército com bandeiras. 5
6:5
Ct 4:1
Desvia de mim os teus olhos, porque eles me perturbam. O teu cabelo é como o rebanho das cabras que pastam em Gilead. 6
6:6
Ct 4:2
Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gémeos, e não estéril entre elas. 7
6:7
Ct 6:4
Como um pedaço de romã, assim são as tuas faces entre as tuas tranças. 8Sessenta são as rainhas, e oitenta as concubinas, e as virgens sem número. 9Mas uma é a minha pomba, a minha imaculada, a única da sua mãe, e a mais querida de aquela que a deu à luz: vendo-a, as filhas lhe chamarão bem-aventurada, as rainhas e as concubinas a louvarão. 10
6:10
Ct 7:12
Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, formidável como um exército com bandeiras? 11Desci ao jardim das nogueiras, para ver os novos frutos do vale, a ver se floresciam as vides e brotavam as romeiras. 12Antes de eu o sentir, me pôs a minha alma nos carros do meu povo excelente. 13Volta, volta, ó Sulamita, volta, volta, para que nós te vejamos. Por que olhas para a Sulamita como para as fileiras de dois exércitos?

7

71QUE formosos são os teus pés nos sapatos, ó filha do príncipe! As voltas das tuas coxas são como joias, trabalhadas por mãos de artista. 2O teu umbigo, como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre, como monte de trigo, cercado de lírios. 3

7:3
Ct 4:5
Os teus dois peitos, como dois filhos gémeos da gazela. 4
7:4
Ct 4:4
O teu pescoço, como a torre de marfim: os teus olhos, como os viveiros de Hesbon, junto à porta de Bath-arabim: o teu nariz, como torre do Líbano, que olha para Damasco. 5A tua cabeça sobre ti é como o monte Carmelo, e os cabelos da tua cabeça, como a púrpura: o rei está preso pelas tuas tranças. 6Quão formosa, e quão aprazível és, ó amor, em delícias! 7A tua estatura é semelhante à palmeira, e os teus peitos aos cachos de uvas. 8Dizia eu: Subirei à palmeira, pegarei em seus ramos; e, então, os teus peitos serão como os cachos na vide, e o cheiro da tua respiração, como o das maçãs. 9E o teu paladar, como o bom vinho para o meu amado, que se bebe suavemente, e faz com que falem os lábios dos que dormem. 10
7:10
Ct 2:16
6:2
Eu sou do meu amado, e ele me tem afeição. 11Vem, ó meu amado, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. 12
7:12
Ct 6:11
Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se se abre a flor, se já brotam as romeiras; ali te darei o meu grande amor. 13
7:13
Gn 30:14
Mt 13:52
As mandrágoras dão cheiro, e às nossas portas toda a sorte de excelentes frutos, novos e velhos: ó amado meu, eu os guardei para ti.

8

81AH! quem me dera que foras meu irmão, e que te tivesses amamentado aos seios da minha mãe! quando te achasse na rua, beijar-te-ia, e não me desprezariam! 2

8:2
Pv 9:2
Levar-te-ia e te introduziria na casa da minha mãe, e tu me ensinarias; e te daria a beber vinho aromático e do mosto das minhas romãs. 3
8:3
Ct 2:6
A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abrace, 4
8:4
Ct 2:7
3:5
Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que não acordeis, nem desperteis, o meu amor, até que queira.

O amor inalterável do esposo para com a esposa

5

8:5
Ct 3:6
Quem é esta que sobe do deserto, e vem encostada tão aprazivelmente ao seu amado? Debaixo de uma macieira te despertei, ali esteve tua mãe com dores; ali esteve com dores aquela que te deu à luz. 6
8:6
Ag 2:23
Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do Senhor. 7As muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afogá-lo: ainda que alguém desse toda a fazenda da sua casa por este amor, certamente a desprezariam. 8Temos uma irmã pequena, que ainda não tem peitos; que faremos a esta nossa irmã, no dia em que dela se falar? 9Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro. 10Eu sou um muro, e os meus peitos como as suas torres; então eu era aos seus olhos como aquela que acha paz. 11
8:11
Mt 21:33
Teve Salomão uma vinha em Baal-hamon; entregou esta vinha a uns guardas; e cada um lhe trazia pelo seu fruto mil peças de prata. 12A minha vinha que tenho está diante de mim: as mil peças de prata são para ti, ó Salomão, e duzentas para os guardas do seu fruto. 13
8:13
Ct 2:14
Ó tu, que habitas nos jardins, para a tua voz os companheiros atentam; faze-ma, pois, também, ouvir. 14
8:14
Ct 2:17
Vem depressa, amado meu, e faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes dos aromas.

Utilizamos cookies de acordo com o nossa Política de Privacidade, respeitamos a privacidade dos seus dados.[ocultar mensagem]