a BÍBLIA para todos Edição Comum (BPT)
10

A rainha de Sabá visita Salomão

101A fama do rei Salomão, para honra do Senhor, chegou à corte da rainha de Sabá10,1 A região de Sabá corresponde mais ou menos ao atual Iémen. A rainha de Sabá é recordada em Mt 12,42; Lc 11,31.. Por isso, ela foi vê-lo para o pôr à prova com perguntas difíceis. 2Foi a Jerusalém acompanhada por um grande séquito, com camelos carregados de perfumes, grande quantidade de ouro e pedras preciosas. Quando se encontrou com Salomão, expôs-lhe tudo o que tinha pensado. 3Salomão respondeu a todas as questões, sem deixar uma única a que não soubesse dar resposta. 4A rainha de Sabá, pôde apreciar a sabedoria de Salomão, o palácio que ele tinha construído, 5os manjares da sua mesa, o modo como os seus cortesãos ocupavam os seus lugares, a maneira de vestir dos seus empregados e dos que serviam à mesa, e pôde ver o rei a subir em procissão para o templo do Senhor. Perante isto, ela ficou tão impressionada 6que disse ao rei: «É realmente verdade tudo o que eu tinha ouvido no meu país acerca de ti, a respeito das tuas obras e da tua sabedoria! 7Mas só agora é que eu posso acreditar, depois de ter vindo e de ter visto com os meus olhos. Não me tinham contado nem metade do que é a tua sabedoria e a tua prosperidade, pois é muito mais do que me tinham dito. 8Felizes os que vivem contigo e os que estão ao teu serviço, pois estão sempre junto de ti e ouvem as tuas palavras de sabedoria! 9Louvado seja o Senhor, teu Deus, que te escolheu para subires ao trono de Israel! Foi pelo seu amor a Israel que o Senhor te fez seu rei, para os governares com retidão e justiça!»

10Ofereceu depois a Salomão cerca de três toneladas e meia de ouro, uma grande quantidade de perfumes e de pedras preciosas. Nunca a Israel tinha chegado uma tal quantidade de perfumes de presente, como a que a rainha de Sabá ofereceu ao rei Salomão.

11Os navios do rei Hiram, que transportavam ouro de Ofir, traziam também uma grande quantidade de madeiras exóticas e pedras preciosas. 12Com a madeira de sândalo fez Salomão varandins para o templo do Senhor e para o palácio real e também harpas e liras para os músicos. Nunca até hoje se transportou tanta madeira daquela para Israel.

13Pela sua parte, o rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo o que ela quis, além do que ele pessoalmente lhe ofereceu. Depois disso, a rainha regressou ao seu país, acompanhada da sua comitiva.

As riquezas do rei Salomão

14Todos os anos Salomão recebia quase vinte e três toneladas de ouro, 15sem contar com o tributo que recebia dos grandes e pequenos negociantes, dos reis da Arábia10,15 Ou: dos reis do ocidente. Ver 2 Cr 9,14. e de todos os governadores do país.

16O rei Salomão mandou fazer duzentos escudos grandes de ouro batido, empregando em cada um quase sete quilos de ouro, 17e trezentos escudos mais pequenos, empregando em cada um quase dois quilos de ouro batido, e depois mandou pô-los no salão chamado Floresta do Líbano. 18Mandou fazer também um grande trono de marfim, revestido de ouro fino. 19O trono tinha seis degraus; a parte superior do espaldar era arredondada; havia de cada lado do assento dois braços e junto dos braços dois leões de pé. 20Colocados nos degraus havia doze leões, seis de cada lado. Nunca se tinha feito obra semelhante em nenhum outro reino. 21Todas as taças do rei Salomão eram de ouro; todas as vasilhas do salão Floresta do Líbano eram de ouro puro. Não havia nada de prata, porque, no tempo de Salomão, a prata não tinha muito valor. 22O rei tinha no mar navios de longo curso10,22 A expressão em hebraico é navios de Társis. que navegavam juntamente com os de Hiram. De três em três anos, a frota de Salomão regressava carregada de ouro, prata, marfim, macacos e pavões.

23O rei Salomão tinha mais riqueza e sabedoria do que qualquer outro rei da terra. 24Por isso, toda a gente procurava visitá-lo para escutar a sabedoria que Deus lhe tinha concedido. 25Cada ano lhe levavam presentes: objetos de prata e de ouro, capas, armas, substâncias aromáticas, cavalos e mulas.

26Salomão reuniu uma força de mil e quatrocentos carros e doze mil cavalos, que mantinha nas cidades onde guardava os carros de combate e em Jerusalém, junto dele. 27O rei fez com que em Jerusalém, a prata se tornasse tão comum como as pedras e que os cedros fossem tão numerosos como as figueiras bravas na planície da Chefela. 28Os cavalos de Salomão vinham do Egito10,28 Em hebraico Mizraim significa normalmente Egito. É possível que aqui não se trate do Egito, mas sim da região de Muzri, na atual Turquia. e da Cilícia; era uma caravana de mercadores do reino que lá ia comprá-los por um determinado preço. 29Um carro importado do Egito valia seiscentas moedas de prata e um cavalo valia cento e cinquenta. Estes mesmos mercadores importavam também carros para todos os reis hititas e arameus.

11

Infidelidade de Salomão

111Além da filha do faraó, o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras: moabitas, amonitas, edomitas, sidónias e hititas, 2pertencentes a nações sobre as quais o Senhor tinha dito aos israelitas: «Não procurem mulheres dessas nações, nem deixem que os seus homens casem com as vossas mulheres, porque isso vos levaria a corromper o vosso coração e a adorar os seus deuses.» Mas Salomão enamorou-se dessas mulheres e deixou-se prender por elas. 3Teve setecentas esposas de sangue real e trezentas outras esposas secundárias que o desviaram de Deus. 4Quando já era velho, as suas mulheres levaram-no a adorar outros deuses, de modo que ele deixou de amar o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, não seguindo nisso o exemplo de David, seu pai. 5Salomão prestou culto a Astarté, deusa dos sidónios, e a Milcom, ídolo repugnante dos amonitas. 6Desagradou com isso ao Senhor, porque não lhe obedeceu inteiramente, como David, seu pai. 7No monte que fica a leste de Jerusalém, Salomão construiu um santuário pagão em honra de Camós, deus repugnante dos moabitas, e outro a Moloc11,7 Moloc. Deformação depreciativa de Milcom, referido nos v. 5 e 33. A antiga tradução grega tem Milcom., deus repugnante dos amonitas. 8E fez o mesmo para agradar a cada uma das suas mulheres estrangeiras, que queriam queimar incenso e oferecer sacrifícios aos seus deuses.

9Então o Senhor, Deus de Israel, que já lhe tinha aparecido duas vezes, irritou-se com Salomão, por se ter afastado dele. 10Ora, o Senhor tinha-lhe ordenado precisamente que não prestasse culto a outros deuses, mas ele não fez caso do que o Senhor lhe tinha ordenado. 11Por isso, o Senhor disse a Salomão: «Já que procedeste assim e não cumpriste os compromissos da aliança e as leis que te ordenei, vou tirar-te o reino e dá-lo a um dos que estão ao teu serviço. 12No entanto, por amor de David, teu pai, não o farei enquanto fores vivo, mas sim durante o reinado do teu filho. 13Não lhe tirarei todo o reino; vou deixar-lhe uma tribo, por amor do meu servo David e de Jerusalém, a cidade que escolhi.»

Inimigos de Salomão

14Então o Senhor fez de Hadad, da família real de Edom, um inimigo de Salomão. 15Na altura em que David combateu o reino de Edom, quando Joab, chefe do exército israelita, foi sepultar os seus mortos, matou todos os homens de Edom, 16durante os seis meses que lá ficou com os israelitas. Ele e os seus soldados exterminaram todos os homens de Edom, 17só escapando Hadad, que era então uma criança pequena, e alguns servos de seu pai, que fugiram para o Egito, levando a criança. 18Partiram de Madiã e foram até Paran11,18 Madiã, a sueste da Palestina, constitui a parte do sul do reino de Edom. Paran é a região desértica entre a Palestina e a Península do Sinai., onde contrataram alguns homens que seguiram com eles para o Egito. Quando lá chegaram, apresentaram-se ao faraó, rei do Egito, que lhes deu casa e terras e lhes garantiu comida. 19Hadad ganhou de tal modo a amizade do faraó, que este lhe deu por esposa a sua cunhada, irmã da rainha Tapnes. 20Desta irmã da rainha teve Hadad um filho, chamado Guenubat, que a própria Tapnes criou no palácio real, juntamente com os filhos do faraó.

21Quando Hadad soube no Egito que o rei David tinha morrido e que Joab, o chefe do exército tinha morrido também, disse ao faraó: «Deixa-me voltar para a minha terra.» 22O rei perguntou-lhe: «Falta-te aqui alguma coisa, para quereres voltar para a tua terra?» Hadad respondeu: «Não me falta nada, mas deixa-me partir.»

23Deus fez também de Rezon um inimigo de Salomão. Rezon, filho de Eliadá, tinha fugido do seu soberano, Hadad-Ézer, rei de Sobá11,23 No hebraico, a segunda parte do versículo é de difícil compreensão.. 24Depois de David ter derrotado Hadad-Ézer, Rezon reuniu alguns homens e tornou-se chefe duma quadrilha. Rezon e os seus homens foram viver para Damasco e ali a quadrilha proclamou-o rei 25e tornou-se rei da Síria. Durante todo o reinado de Salomão, Rezon foi um inimigo de Israel. E, tal como Hadad, detestava Israel e causou-lhe muitos danos.

Revolta de Jeroboão

26Jeroboão, filho de Nebat, revoltou-se também contra Salomão. Jeroboão era oficial do rei, natural da cidade de Sereda11,26 Localidade a cerca de 40 km a noroeste de Jerusalém., da tribo de Efraim. Sua mãe era uma viúva chamada Serua. 27A causa da sua revolta contra o rei foi a seguinte: Salomão tinha construído o terrapleno de Milo11,27 Ver nota a 9,15., para tapar as brechas da cidade de David, seu pai. 28Jeroboão era um jovem forte e decidido. Salomão, vendo que ele era tão ativo, designou-o como capataz de todos os trabalhadores das tribos de Efraim e Manassés.

29Um dia em que Jeroboão saía de Jerusalém, encontrou-se no caminho com o profeta Aías de Silo, que levava uma capa pelas costas. Estavam os dois sozinhos no campo. 30Aías tirou a capa dos ombros, rasgou-a em doze pedaços 31e disse a Jeroboão: «Toma lá dez pedaços e escuta o que o Senhor, Deus de Israel, tem para te dizer: “Vou tirar o reino a Salomão e confiar-te-ei dez das tribos. 32Salomão ficará com uma só tribo11,32 Trata-se da tribo de Judá. Ver cap. 12—20., por amor de meu servo David e de Jerusalém, a cidade que escolhi entre todas as cidades das tribos de Israel, 33porque me abandonaram e se inclinaram diante de Astarté, deusa dos sidónios, Camós, deus dos moabitas, e Milcom, deus dos amonitas. Não seguiram pelo caminho que eu lhes indiquei, que era obedecerem às minhas leis, preceitos e decretos, como fez David, pai de Salomão. 34Contudo, não lhe tirarei todo o reino; vou deixá-lo governar enquanto viver, por amor do meu servo David, a quem escolhi, o qual cumpriu os meus mandamentos e as minha leis. 35Tirarei, por isso, o reino ao seu filho; e a ti, Jeroboão, entregarei dez tribos. 36Deixarei uma tribo ao seu filho, para que o meu servo David tenha sempre um dos seus descendentes a reinar perante mim em Jerusalém, a cidade que escolhi para dela fazer o meu santuário. 37Quanto a ti, Jeroboão, vou fazer de ti rei de Israel e reinarás sobre todo o território que quiseres. 38Se obedeceres a tudo o que eu te ordenar, se viveres segundo os meus preceitos e fizeres aquilo que me agrada, pondo em prática o que eu te mandar, como fez o meu servo David, estarei sempre contigo e prometo que os teus descendentes formarão uma dinastia firme, como os de David. Dar-te-ei as dez tribos de Israel, 39para humilhar os descendentes de David, mas não para sempre.”»

40Salomão tentou matar Jeroboão, mas ele fugiu para junto do rei Chichac, no Egito, onde permaneceu até à morte de Salomão.

Morte de Salomão

41O resto da história de Salomão, a sua sabedoria e tudo o que ele fez, está escrito no livro das Crónicas de Salomão. 42Salomão foi rei de todo o povo de Israel durante quarenta anos, em Jerusalém. 43Quando morreu, foi sepultado na cidade de David, seu pai. Seu filho Roboão sucedeu-lhe no trono.

12

Divisão do reino

121Roboão dirigiu-se a Siquém, porque todo o povo de Israel12,1 Siquém. Localidade 50 km a norte de Jerusalém que parece ter tido durante muito tempo um importante papel em Israel. O povo de Israel aqui mencionado refere-se ao reino do Norte. se tinha reunido lá para o proclamar rei. 2Jeroboão, filho de Nebat, estava nessa altura no Egito, onde se tinha refugiado por causa do rei Salomão. Ao saber disto ele regressou do Egito, 3pois tinham-no mandado chamar. Então ele juntou-se a toda a assembleia de Israel. Dirigiram-se então a Roboão nestes termos: 4«O teu pai tratou-nos com muita dureza, mas nós estamos dispostos a servir-te, se tu agora nos aliviares das dificuldades que ele nos impôs.» 5Ele respondeu: «Venham ter comigo daqui a três dias.» E eles retiraram-se.

6Entretanto o rei Roboão pediu conselho aos anciãos que ajudavam seu pai Salomão enquanto ele foi vivo. Perguntou-lhes muito claramente: «Que resposta me aconselham a dar a esta gente?» 7Eles então responderam-lhe: «Se hoje te mostrares condescendente e te puseres ao serviço deste povo, falando-lhes com bons modos, servir-te-á para sempre.»

8Mas Roboão não fez caso do conselho dos anciãos e foi pedir conselho aos jovens, que tinham sido seus companheiros desde a infância. 9Perguntou-lhes: «Que é que me aconselham a responder a estas pessoas, que me pedem para os aliviar das dificuldades que meu pai lhes impôs?» 10E aqueles jovens, da mesma idade dele, responderam-lhe o seguinte: «Diz a essas pessoas que se queixam da forma como teu pai os tratou e te pedem para os aliviares: “Um dedo dos meus vai ser mais pesado que o braço todo do meu pai12,10 Esta frase é a tradução da expressão proverbial hebraica: o meu dedo mínimo é mais grosso do que as costas do meu pai.. 11Se o meu pai vos impôs um jugo pesado, eu vou torná-lo ainda mais pesado; se ele vos castigou com açoites, eu vos castigarei com um chicote de pontas de ferro.”»

12Três dias depois, Jeroboão apresentou-se com todo o povo diante de Roboão, tal como este lhes tinha dito. 13O rei falou então com dureza ao povo, porque não seguiu o conselho dos anciãos 14e preferiu seguir o conselho dos jovens. Disse-lhes: «O meu pai impôs-vos um jugo pesado? Pois eu hei de torná-lo ainda mais pesado. Meu pai castigou-vos com açoites? Pois eu hei de castigar-vos com um chicote de pontas de ferro.» 15Desta forma, o rei não aceitou as reclamações do povo. O Senhor tinha disposto as coisas assim, para se cumprir o que o mesmo Senhor tinha prometido a Jeroboão, filho de Nebat, por meio do profeta Aías, de Silo.

O reino dividido

16Quando o povo de Israel viu que o rei não escutou as suas queixas, exclamou: «Nós não temos nada que ver com David, não queremos nada com este filho de Jessé! Volte cada um para a sua tenda e que David cuide da sua casa.» E os israelitas voltaram para as suas tendas. 17Roboão só foi reconhecido como rei pelos habitantes das cidades de Judá. 18Quando o rei Roboão enviou Adoniram12,18 Em hebraico Adoram. Deve ser a mesma pessoa referida em 4,6 com o nome de Adoniram, filho de Abda, responsável pelos trabalhos obrigatórios, e ainda em 2 Cr 10,18 com o nome de Hadoram., encarregado do trabalho obrigatório, para ir ter com os israelitas do Norte, eles apedrejaram-no até morrer. Em face disto, o rei Roboão fugiu precipitadamente no seu carro para Jerusalém. 19Deste modo se revoltaram estas tribos israelitas contra a dinastia de David, até ao dia de hoje.

20Quando os israelitas do Norte souberam que Jeroboão tinha regressado do Egito, mandaram-no chamar para que se apresentasse perante a comunidade e ali o proclamaram rei de todo o Israel; contudo, a tribo de Judá ficou fiel à dinastia de David.

Mensagem de Chemaías

21Quando Roboão chegou a Jerusalém, reuniu cento e oitenta mil soldados das tribos de Judá e de Benjamim, para irem atacar os israelitas do Norte e para reconquistar o seu domínio sobre eles. 22Mas o Senhor dirigiu a sua palavra a Chemaías, homem de Deus e disse-lhe: 23«Vai avisar Roboão, filho de Salomão, rei de Judá, bem como os israelitas de Judá e de Benjamim e o restante povo e dizer-lhes 24que eu, o Senhor, lhes ordeno que não lutem contra os seus irmãos israelitas; que voltem todos para suas casas, porque tudo o que aconteceu foi decidido por mim.» Eles obedeceram todos a esta ordem do Senhor e foram para suas casas.

Jeroboão implanta a idolatria

25O rei Jeroboão fortificou a cidade de Siquém na região montanhosa de Efraim e ali se instalou. Mais tarde, deixou Siquém e fortificou a cidade de Penuel12,25 Localidade a este do Jordão. Foi aqui que Jacob lutou com o anjo (Gn 32,21).. 26Jeroboão disse para consigo: «A dinastia de David pode vir a recuperar o reino, 27se este povo for a Jerusalém para oferecer sacrifícios no templo do Senhor. Voltarão a sentir afeto por Roboão, rei de Judá, seu antigo soberano, e depois matam-me e reconciliam-se com ele.»

28Depois de ter pedido conselho, o rei mandou fundir dois bezerros de ouro e disse ao povo: «Não vale a pena irem mais vezes a Jerusalém! Povo de Israel, aqui estão os teus deuses12,28 Ou: aqui está o teu Deus. A palavra hebraica usada para Deus tem a forma plural., que te tiraram do Egito!» 29Pôs um bezerro em Betel e o outro em Dan12,29 Betel e Dan ficavam nas extremidades sul e norte do novo reino.. 30Isto levou o povo a pecar, pois ia até Dan para adorar o bezerro. 31Jeroboão construiu também santuários pagãos e nomeou sacerdotes dentre o povo, que não eram da tribo de Levi. 32Além disso, instituiu um dia de festa religiosa, no dia quinze do oitavo mês, semelhante à festa que se celebrava em Judá12,32 Trata-se provavelmente da festa dos Tabernáculos, celebrada em Jerusalém a partir de 15 do sétimo mês. Ver 8,2. Mas Jeroboão para mostrar a sua independência da tradição do reino de Judá, fixou a data em 15 do oitavo mês em vez do sétimo.. No altar em Betel o próprio rei Jeroboão ofereceu sacrifícios aos bezerros de ouro que mandou fazer e colocou ali em Betel os sacerdotes que serviam nos santuários pagãos que ele também construíra. 33No décimo quinto dia do oitavo mês, o dia que ele tinha escolhido, Jeroboão foi a Betel celebrar a festa que tinha instituído para o povo de Israel e ofereceu um sacrifício no altar.