a BÍBLIA para todos Edição Comum (BPT)
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Mensagem político-religiosa de Samuel

121Samuel disse ao povo de Israel12,1 Discurso final de Samuel, como se fora o seu testamento, à maneira das grandes figuras do Antigo e do Novo Testamento. Ver Gn 49; Js 24,1–28; Jo 14–17.: «Dei-vos tudo quanto me pediram. Dei-vos um rei para vos governar, 2que já vos conduz no campo de batalha. Eu estou velho e de cabelos brancos e os meus filhos estão ao vosso lado. Tenho sido o vosso chefe, desde a minha juventude até agora. 3Aqui estou. Se fiz alguma coisa de mal digam-mo agora, na presença do Senhor e na presença do rei que ele escolheu. Acaso me apoderei do boi ou do jumento de alguém? Acaso explorei ou oprimi alguém? Deixei-me subornar por alguém? Se fiz alguma destas coisas, tudo restituirei.»

4O povo respondeu: «Não! Tu nunca nos exploraste nem oprimiste e nunca aceitaste nada de ninguém.» 5Samuel voltou a dizer: «O Senhor e o rei que ele escolheu são hoje testemunhas de que vocês nada encontraram de mal no meu proceder.» Eles responderam: «Sim, é verdade!»

6Samuel continuou: «O Senhor escolheu Moisés e Aarão e libertou os vossos antepassados do Egito. 7Preparem-se, porque eu vou discutir convosco diante do Senhor a maneira como têm recebido tudo quanto o Senhor fez para vos salvar e aos vossos antepassados12,7 O narrador aplica aos contemporâneos a memória histórica daquilo que Deus fez com os seus antepassados.. 8Depois de Jacob ter ido para o Egito, os vossos antepassados pediram ajuda ao Senhor e ele mandou Moisés e Aarão, que os retiraram do Egito e os colocaram nesta terra. 9Mas eles esqueceram-se do Senhor12,9 Situação idêntica à que encontramos em Juízes e Deuteronómio, e o mesmo paralelismo literário: esqueceram-se do Senhor; por isso entregou-os… então suplicaram ao Senhor… o Senhor enviou (um libertador); assim vos libertou dos vossos inimigos, para poderem viver em paz. Ver Jz 3,7–11., seu Deus, e por isso entregou-os ao poder de Sísera, chefe dos exércitos da cidade de Haçor, ao poder dos filisteus e ainda do rei de Moab, e tiveram de lutar contra eles. 10Então suplicaram ao Senhor: “Nós pecámos, porque te abandonámos, Senhor, adorando os ídolos do deus Baal e da deusa Astarté. Livra-nos agora dos nossos inimigos e nós te serviremos!” 11E o Senhor enviou Jerubaal, depois Bedan12,11 Jerubaal. Outro nome de Gedeão (Jz 6,32). Bedan. Algumas versões antigas têm Barac., depois Jefté e finalmente a mim, Samuel. Assim vos libertou dos vossos inimigos para poderem viver em paz. 12Mas quando viram que o rei Naás de Amon vos queria combater, disseram-me: “Nós queremos é um rei que nos governe.” Contudo o Senhor, vosso Deus, é que é o vosso rei.

13Aqui têm, pois, o rei que quiseram e pediram. O Senhor é que vos deu esse rei. 14Tudo estará bem convosco se honrarem o Senhor, vosso Deus, se o servirem, se o ouvirem e obedecerem aos seus mandamentos e se, tanto vocês como o vosso rei, o seguirem. 15Pelo contrário, se não ouvirem o Senhor, mas desobedecerem aos seus mandamentos, ele há de castigar-vos, como fez aos vossos antepassados.

16Por isso, esperem aí e verão os prodígios que o Senhor tem para vos mostrar. 17Estamos no tempo da ceifa do trigo, não é verdade? Mas eu vou invocar o Senhor e ele mandará trovões e chuva. Desta maneira hão de compreender que cometeram um grande pecado contra o Senhor em lhe terem pedido um rei.»

18Samuel orou ao Senhor e, naquele mesmo dia, o Senhor mandou trovões e chuva. 19E todo o povo, cheio de temor pelo Senhor e por Samuel, disse a Samuel: «Pede por nós ao Senhor, teu Deus, para não morrermos. Agora compreendemos que, além de todos os nossos pecados, cometemos ainda mais este, o de pedirmos um rei.» 20Samuel respondeu-lhes: «Não tenham medo! É verdade que cometeram um grande erro. Mas não se afastem do Senhor e sirvam-no com todo o coração. 21Não sigam os falsos deuses, porque eles não vos podem salvar nem ajudar, pois eles não são nada. 22O Senhor prometeu firmemente que não vos abandonaria, pois decidiu que fossem o seu próprio povo12,22 Ver Dt 26,17–18; 27,9; 29,12; 2 Sm 7,24.. 23Quanto a mim, Deus me livre de pecar contra o Senhor, deixando de lhe pedir por vós. Continuarei a ensinar-vos sempre o caminho bom e reto. 24Respeitem, pois, o Senhor e sirvam-no com fidelidade e com todo o coração. Lembrem-se das maravilhas que ele fez no vosso meio! 25Mas se continuarem a praticar o mal, serão destruídos, assim como o vosso rei.»

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Guerra contra os filisteus

131Saul era de meia-idade, quando se tornou rei de Israel e reinou cerca de vinte anos13,1 O primeiro versículo falta na antiga versão grega. Vinte anos. Texto de difícil compreensão. Atos 13,21 fala de um reinado de 40 anos.. 2Escolheu três mil homens de Israel: dois mil para ficarem com ele em Micmás e na região montanhosa de Betel e mil para irem com o seu filho Jónatas para Guibeá, no território da tribo de Benjamim. E mandou o resto do povo para casa.

3Jónatas derrotou a guarnição dos filisteus em Guibeá e todo o povo filisteu teve conhecimento disso. Então Saul mandou tocar a trombeta por todo o país, para anunciar aos hebreus o que tinha acontecido: 4os israelitas souberam, assim, que Saul tinha vencido o comandante dos filisteus e que, por isso, os filisteus entrariam em guerra com Israel. E o povo foi convocado para se reunir com Saul em Guilgal.

5Os filisteus mobilizaram-se para combater Israel. Tinham trinta mil carros de combate, seis mil cavaleiros e os soldados eram tantos como as areias da praia. Foram acampar no alto de Micmás, que fica a oriente de Bet-Aven13,5 Bet-Aven. Outro nome para Betel.. 6O povo de Israel viu-se em perigo e apertado por todos os lados, de tal modo que se escondiam em grutas e buracos, entre as rochas, em esconderijos e cisternas. 7Outros até atravessaram o rio Jordão para os territórios de Gad e de Guilead. Saul ficou ainda em Guilgal e o povo, cheio de medo, seguia-o. 8Saul esperou sete dias por Samuel, como este lhe tinha mandado, mas Samuel não apareceu em Guilgal; e o povo, pouco a pouco, começou a dispersar-se. 9Então Saul disse-lhes: «Tragam-me os animais para o holocausto e aquilo que é preciso para os sacrifícios de comunhão.» Assim ele ofereceu a Deus o holocausto13,9 Antes da batalha era costume oferecer-se um sacrifício a Deus.. 10Quando estava precisamente a terminar, apareceu Samuel. Saul saiu-lhe ao encontro para o saudar, 11mas Samuel disse-lhe: «Que é que tu fizeste?» Saul respondeu: «Dei-me conta de que o povo me abandonava e que tu não chegavas no prazo fixado. Além disso, os filisteus concentravam-se cada vez mais em Micmás 12e por isso pensei: Os filisteus vão-me atacar em Guilgal, mas eu ainda não pedi a ajuda do Senhor. Por isso, decidi oferecer-lhe um sacrifício.»

13Samuel respondeu-lhe: «Cometeste uma loucura, não obedecendo à ordem que o Senhor, teu Deus, te deu. Se tivesses obedecido, o Senhor teria confirmado para sempre o teu reinado em Israel. 14Assim o teu reinado não vai durar muito. Uma vez que desobedeceste ao Senhor, ele vai escolher um homem13,14 Alusão a David. que lhe agrade inteiramente, para reinar sobre o seu povo.»

15Samuel deixou Guilgal e foi para Guibeá, no território de Benjamim. Saul, por sua vez, passou revista ao povo que estava com ele: eram à volta de uns seiscentos homens. 16Ele, o seu filho Jónatas e os seus homens ficaram em Guibeá, enquanto os filisteus acamparam em Micmás. 17A tropa de choque do exército dos filisteus saiu do seu acampamento em três grupos: o primeiro atacou na direção de Ofra, no território de Chual, 18o segundo na direção de Bet-Horon, e o terceiro na direção da fronteira que domina o vale de Seboim, no deserto.

19Não havia em Israel um único ferreiro, porque os filisteus tinham decidido que os hebreus não fabricariam espadas ou lanças. 20Por isso, os israelitas tinham que ir ter com os filisteus, para afiar as relhas dos arados, as enxadas, os machados e as foices. 21O preço era uma pequena moeda por afiar os machados e reparar os aguilhões dos bois e duas moedas por afiar as relhas dos arados e as enxadas. 22Por isso, no dia do combate, nenhum soldado de Israel, exceto Saul e o seu filho Jónatas, tinha lanças ou espadas.

23Uma guarnição de soldados dos filisteus foi enviada para defender o desfiladeiro de Micmás.

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Proezas de Jónatas

141Um dia, Jónatas, filho de Saul, disse ao seu escudeiro: «Vamos atravessar para o outro lado, para o acampamento dos filisteus.» Mas Jónatas nada disse a seu pai, 2o qual estava debaixo duma romãzeira em Migron, não muito longe de Guibeá, e tinha consigo uns seiscentos homens. 3O sacerdote que levava a insígnia de oráculo era Aías, filho de Aitube, que era irmão de Icabod, neto de Fineias, e Fineias era filho de Eli, sacerdote do Senhor no santuário de Silo. Mas o povo ignorava que Jónatas tinha saído.

4Num dos desfiladeiros que Jónatas tentava atravessar, para atingir a guarnição dos filisteus, havia dois altos rochedos dentados, um de cada lado do desfiladeiro: um chamava-se Brilhante e o outro, Espinha. 5Um situava-se na parte norte do desfiladeiro, em frente de Micmás, e o outro na parte sul, em frente de Guibeá.

6Jónatas disse ao escudeiro: «Ataquemos o acampamento daqueles infiéis14,6 Literalmente: incircuncisos.. Talvez o Senhor nos ajude. O Senhor não tem dificuldade em nos dar a vitória, quer sejamos muitos ou poucos.» 7O escudeiro respondeu: «Faz tudo o que desejares! Para a frente! Que eu seguir-te-ei como achares bem!» 8Disse-lhe Jónatas: «Avancemos, então, de modo que os filisteus nos vejam. 9Se eles nos mandarem esperar até virem ter connosco, ficaremos onde estamos, sem darmos mais um passo. 10Mas se eles nos disserem para avançarmos e irmos ter com eles, então avançaremos, porque é sinal de que o Senhor os vai entregar nas nossas mãos.»

11Os dois deixaram-se ver pelos filisteus. E os filisteus disseram: «Atenção! Estão ali uns hebreus que saíram das grutas, onde se tinham escondido!» 12Dirigiram-se então a Jónatas e ao seu escudeiro em voz alta, de maneira a serem ouvidos: «Subam até nós porque temos uma coisa importante a anunciar-vos!» Jónatas disse ao escudeiro: «Vem comigo, porque o Senhor vai dar a vitória a Israel.» 13Jónatas trepou para o cimo do desfiladeiro, com as mãos e os pés, seguido do seu escudeiro. Jónatas deitou-os por terra e o seu escudeiro matou-os. 14Neste primeiro ataque de Jónatas e do seu escudeiro morreram uns vinte homens numa pequena área de terra.

15Espalhou-se o terror pelo acampamento e entre todo o povo dos filisteus. Os soldados da guarnição e a tropa de choque ficaram aterrorizados. A terra tremeu e o pavor foi enorme.

Derrota dos filisteus

16As sentinelas de Saul que estavam em Guibeá, no território de Benjamim, viram a multidão dos filisteus que fugia em grande confusão. 17Saul disse aos seus homens: «Passem revista às tropas e vejam quem é que saiu do acampamento.» Eles assim fizeram e verificou-se que faltavam Jónatas e o seu escudeiro.

18Saul disse ao sacerdote Aías: «Traz a insígnia sacerdotal.» Com efeito era Aías que tinha essa insígnia, naquele dia. 19Enquanto Saul falava ao sacerdote, a confusão no acampamento dos filisteus aumentava cada vez mais. Então Saul disse-lhe: «Já não há tempo!» 20Nisto Saul e todos quantos estavam com ele soltaram o grito de guerra e lançaram-se no combate. Os filisteus matavam-se uns aos outros, no meio de enorme confusão. 21Alguns hebreus14,21 Hebreus. Cf. 4,9 e nota., que antes estavam ao serviço dos filisteus e os tinham acompanhado ao acampamento, passaram para o lado de Israel e juntaram-se a Saul e Jónatas. 22Também outros hebreus, que se tinham refugiado nos montes de Efraim, ao ouvirem dizer que os filisteus estavam em fuga, juntaram-se aos guerreiros hebreus e perseguiram-nos. 23Os combates continuaram até Bet-Aven e o Senhor deu a vitória a Israel naquela ocasião.

Jónatas salvo da morte

24Os israelitas sentiam-se muito fracos naquele dia, porque Saul lhes tinha ordenado, com juramento solene: «Amaldiçoado seja o que comer qualquer alimento no dia de hoje antes de eu me vingar dos meus inimigos14,24 O jejum e os sacrifícios tinham por fim obter a proteção de Deus..» E ninguém tinha comido nada.

25Toda aquela gente tinha vindo para uma zona de floresta e havia mel por toda a parte. 26Realmente o povo via o mel que escorria, mas não lhe tocava com medo da maldição de Saul.

27Jónatas não tinha ouvido o juramento que o pai obrigara a fazer ao povo. Por isso, pegou no bastão que trazia e molhou a ponta no mel. Depois comeu algum e imediatamente se sentiu com mais forças. 28Mas um dos homens disse a Jónatas: «O povo está muito fraco, mas o teu pai ameaçou-nos com um juramento solene e disse: “Amaldiçoado seja aquele que comer qualquer coisa no dia de hoje.”» 29Jónatas respondeu: «O meu pai está a causar um grande mal ao povo. Vejam como eu me sinto com mais forças, depois de ter comido um pouco deste mel! 30Teria sido muito melhor se, hoje, o povo tivesse comido dos alimentos deixados pelo inimigo. Certamente teríamos matado muito mais filisteus

31Naquele dia, os israelitas derrotaram os filisteus, lutando contra eles desde Micmás até Aialon. Os israelitas sentiam-se muito fracos, 32e por isso atiraram-se aos despojos dos filisteus. Apanharam as ovelhas, bois e bezerros, mataram-nos ali mesmo no chão e comeram a carne com sangue14,32 Sobre a proibição de comer carne com sangue, ver Gn 9,4 e Lv 17,10–11.. 33Alguém foi dizer a Saul: «Olha que o povo está a pecar contra o Senhor, porque comem a carne com sangue.» Saul gritou: «Traidores!» E continuou: «Tragam-me para aqui uma pedra grande! 34E agora vão dizer a toda a gente que traga os seus bois e ovelhas. Matem-nos em cima desta pedra e comam e não pequem contra o Senhor, comendo carne misturada com sangue.» Naquela noite, eles trouxeram os seus bois e mataram-nos naquele lugar. 35E Saul levantou naquele sítio um altar ao Senhor14,35 Ver 1 Sm 7,17; Gn 8,20; 12,7–8; Jz 6,24; 2 Sm 24,18–25.. Foi o primeiro altar que ele levantou.

36Saul disse aos seus homens: «Vamos atacar os filisteus, durante a noite, e persegui-los até de manhã, sem deixar vivalma.» Eles responderam: «Faz como achares melhor.» Mas o sacerdote disse: «Consultemos primeiro o Senhor37Então Saul perguntou a Deus: «Devo atacar os filisteus? Darás a vitória a Israel?» Mas Deus não respondeu14,37 Ver 28,6..

38Depois Saul disse aos chefes do povo: «Venham cá e investiguem acerca do pecado que hoje foi cometido14,38 Ver Js 7,11–15.. 39Que o Senhor vivo, aquele que salva Israel, seja minha testemunha! Quem for culpado há de morrer, mesmo que seja o meu filho Jónatas.» Mas ninguém lhe respondeu. 40Então Saul disse-lhes: «Coloquem-se daquele lado, que eu e Jónatas ficamos daqui.» Eles responderam: «Faz como achares melhor.»

41Saul disse ao Senhor: «Deus de Israel, dá-nos a conhecer a verdade14,41 A antiga versão grega traduz: Deus de Israel, por que é que hoje não me respondeste? Senhor, responde-me por meio da sorte sagrada: se a culpa é minha ou de Jónatas, responde com os urim; se a culpa é dos soldados responde com os tumim. Sobre os urim e tumin, ver Ex 28,30.!» Jónatas e Saul foram designados pela sorte e o povo ficou livre. 42Então Saul disse: «Lançai a sorte entre mim e Jónatas, meu filho.» E a sorte caiu sobre Jónatas. 43Saul perguntou depois a Jónatas: «Que é que fizeste?» E ele contou-lhe o que acontecera: «Apenas provei um pouco de mel, que tirei com a ponta do bastão, que tinha na mão. Estou pronto para morrer.» 44Saul disse-lhe: «Que Deus me castigue se eu não te mandar matar, de facto!» 45Mas o povo disse a Saul: «Como é que Jónatas pode ser morto se foi ele que deu a Israel esta grande vitória? Não pode ser! Juramos pelo Senhor que nem um só cabelo há de cair da sua cabeça, porque foi com a ajuda de Deus que ele, hoje, realizou semelhante proeza.» Desta maneira, o povo livrou Jónatas da morte.

46Depois disto, Saul deixou de combater os filisteus e eles regressaram à sua terra.

Reinado e família de Saul

47Depois de Saul se tornar rei de Israel, combateu contra todos os seus inimigos das regiões vizinhas: o povo de Moab, de Amon e de Edom, os reis de Sobá e os filisteus14,47 Os filisteus viviam na costa do Mediterrâneo a sudeste da Palestina, enquanto que os outros povos aqui designados viviam a oriente do Jordão.. E por toda a parte saía vitorioso. 48Ele mostrou a sua valentia também contra Amalec14,48 Amalec. Os amalecitas eram uma tribo inimiga dos israelitas que habitava a sul da Palestina (Ex 17,8–16).. Deste modo, salvou os israelitas de todos os inimigos.

49Os filhos de Saul eram Jónatas, Jisvi e Malquichua. A sua filha mais velha chamava-se Merab e a mais nova Mical. 50A sua mulher chamava-se Ainoam, filha de Aimás. O comandante do seu exército era Abner, filho do seu tio Ner. 51Os filhos de Abiel eram: Quis, pai de Saul, e Ner, pai de Abner.

52A guerra entre Saul e os filisteus foi muito dura, durante toda a vida de Saul. Por isso, sempre que descobria um homem forte e valente alistava-o no seu exército.