a BÍBLIA para todos Edição Comum (BPT)
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Elias sobe ao céu

21Um dia, quando o Senhor estava para levar Elias ao céu num redemoinho, Elias e Eliseu estavam a sair de Guilgal2,1 Não confundir esta localidade com a referida em Js 4,19; 12,23.. 2Elias disse a Eliseu: «Fica aqui, porque o Senhor mandou-me a Betel.» Mas Eliseu respondeu: «Juro pelo Senhor e pela tua própria vida que não vou deixar-te ir sozinho!» Por isso, foram juntos até Betel. 3Os profetas do grupo de Betel procuraram Eliseu e disseram-lhe: «Já sabes que o Senhor vai hoje fazer subir ao céu o teu amo?» «Sim, já sei. Mas não digam nada!» — replicou Eliseu.

4Depois Elias disse a Eliseu: «Fica aqui, porque o Senhor mandou-me a Jericó.» Mas Eliseu respondeu: «Juro pelo Senhor e pela tua própria vida que não vou deixar-te ir sozinho!» Por isso, foram juntos até Jericó. 5Os profetas do grupo de Jericó procuraram Eliseu e disseram-lhe: «Já sabes que o Senhor vai hoje fazer subir ao céu o teu amo?» Eliseu respondeu: «Sim, já sei. Mas não digam nada!»

6Então Elias disse outra vez a Eliseu: «Fica aqui, porque o Senhor mandou-me ao rio Jordão.» Mas Eliseu respondeu: «Juro pelo Senhor e por ti mesmo que não vou deixar-te ir sozinho!» E foram os dois juntos; 7mas cinquenta do grupo dos profetas seguiram-nos até ao rio Jordão e ficaram a certa distância, enquanto Elias e Eliseu pararam na margem do Jordão. 8Então Elias tirou a sua capa, enrolou-a, bateu com ela na água e a água afastou-se para um e para o outro lado, de modo que eles atravessaram para a outra banda a pé enxuto. 9Quando lá chegaram, Elias disse a Eliseu: «Diz-me o que desejas que faça por ti, antes de ser levado ao céu.» Eliseu respondeu: «Desejo ser o principal herdeiro do teu espírito de profeta2,9 Em hebraico: Peço-te que haja porção dobrada do teu espírito sobre mim. Esta expressão hebraica invoca Dt 21,17, onde se determina que o filho primogénito herdará do pai uma porção dobrada em relação aos outros.10Elias disse: «Pedes-me uma coisa difícil de conceder; mas, se me vires quando for levado de junto de ti, o que pedes ser-te-á concedido; porém, se não me vires, não será.»

11Eles seguiam o seu caminho e iam a conversar, quando, de repente, apareceu um carro de fogo, puxado por cavalos de fogo, que os separou e Elias foi levado ao céu num redemoinho. 12Eliseu viu isto e exclamou: «Meu pai, meu pai! Defensor e condutor de Israel2,12 Em hebraico: Meu pai, meu pai! Carros de Israel e seus cavaleiros.

Quando deixou de ver Elias, Eliseu rasgou a sua roupa em sinal de tristeza.

Eliseu sucede a Elias

13Eliseu apanhou a capa que Elias deixou cair, regressou ao Jordão e parou junto da margem. 14Pegou então na capa que Elias tinha deixado cair, bateu com ela na água e disse: «Onde está o Senhor, Deus de Elias?» Mal bateu com a capa na água, esta afastou-se para um e para o outro lado e Eliseu atravessou.

15Os profetas do grupo de Jericó, que estavam em frente, quando viram o que aconteceu, exclamaram: «O espírito profético de Elias está agora em Eliseu!» Foram então ao seu encontro, inclinaram-se até ao chão em frente dele 16e disseram-lhe: «Tens aqui, entre estes teus servos, cinquenta homens corajosos, que podem ir à procura do teu amo. Talvez o Espírito do Senhor o tenha levado e deixado em algum monte ou vale.» Eliseu respondeu: «Não, não mandem ninguém!» 17Mas eles insistiram tanto que ele, por fim, condescendeu e deixou-os ir. Os cinquenta homens procuraram Elias2,17 Outra tradução: Enviaram então cinquenta homens, que o procuraram., durante três dias, mas não o encontraram. 18Quando voltaram para junto de Eliseu, que ficou em Jericó, ele disse-lhes: «Eu não vos disse que não fossem?»

Eliseu purifica a nascente de Jericó

19Os habitantes da cidade de Jericó foram dizer a Eliseu: «Como o senhor pode ver, esta cidade está bem situada, mas a água é má e a terra não é fértil.» 20Eliseu disse-lhes: «Tragam-me uma tigela nova com sal.» Quando eles lha levaram, 21Eliseu foi à nascente de água, deitou-lhe o sal e disse: «Assim declara o Senhor: Vou tornar esta água saudável; ela não mais causará mortes ou esterilidade.» 22E até ao dia de hoje essa água ficou boa, tal como predisse o profeta.

23Eliseu partiu dali para Betel. Pelo caminho, apareceram uns rapazitos, vindos da povoação, que se puseram a troçar dele e a dizer: «Vai-te embora, careca!» 24Eliseu voltou-se para eles, olhou-os bem e amaldiçoou-os em nome do Senhor. Nesse mesmo momento, saíram duas ursas do bosque, que despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes. 25Dali, Eliseu partiu para o monte Carmelo, donde voltou para Samaria.

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Reinado de Jorão em Israel

31No décimo oitavo ano do reinado de Josafat, rei de Judá, Jorão, filho de Acab, subiu ao trono em Israel. Reinou doze anos, em Samaria. 2Procedeu mal aos olhos do Senhor, mas não tanto como o seu pai e a sua mãe, Jezabel, pois retirou o monumento que o seu pai tinha erigido para adoração a Baal. 3Contudo, imitou os pecados de Jeroboão, filho de Nebat, que levou Israel a pecar, e não soube afastar-se do mal.

Guerra entre Israel e Moab

4O rei Mecha, de Moab, tinha muitos rebanhos e pagava de tributo ao rei de Israel cem mil cordeiros e a lã de cem mil carneiros. 5Mas quando o rei Acab morreu, o rei de Moab revoltou-se contra o domínio de Israel. 6Por isso, o rei Jorão saiu de Samaria e reuniu todas as suas tropas. 7Depois mandou dizer ao rei de Judá: «O rei de Moab revoltou-se contra mim. Queres juntar-te a mim na guerra contra ele?» O rei Josafat respondeu: «Quero, sim! Eu e tu, os meus soldados e os teus, a minha cavalaria e a tua, somos o mesmo exército. 8Mas por onde iremos?» Jorão respondeu: «Pelo deserto de Edom3,8 Jorão quer contornar o mar Morto para atacar Moab pelo sul. O rei de Edom estava então sujeito ao rei de Judá.

9Assim partiram para a guerra os reis de Israel, de Judá e de Edom. Depois de terem marchado durante sete dias, acabou-se a água para o exército e para os animais que levavam. 10Então o rei de Israel exclamou: «Que desgraça! O Senhor trouxe-nos para aqui, os três, para nos entregar nas mãos dos moabitas

11O rei Josafat perguntou então: «Não haverá por aqui algum profeta do Senhor para através dele consultarmos o Senhor?» Um dos oficiais do rei de Israel informou: «Sim, está aqui Eliseu, filho de Chafat, que era colaborador do profeta Elias3,11 Em hebraico: eu deitava água sobre as mãos de Elias. Tarefa atribuída a um servo.12O rei Josafat respondeu: «Então é um verdadeiro profeta do Senhor.» Os três reis foram ter com Eliseu. 13Mas o profeta disse logo ao rei de Israel: «Que tenho eu a ver contigo? Vai consultar os profetas do teu pai e da tua mãe3,13 Referência aos profetas do deus Baal e da deusa Achera. Ver 1 Rs 18,19..» O rei de Israel insistiu: «Não, porque foi o Senhor que trouxe aqui estes três reis para os entregar nas mãos dos moabitas.»

14Eliseu respondeu: «Juro pelo Senhor todo-poderoso, a quem sirvo, que, se não fosse em atenção a Josafat, rei de Judá, não faria caso de ti, nem sequer olhava para ti. 15Agora, tragam-me um músico!»

Quando o músico começou a tocar o instrumento, o poder do Senhor veio sobre Eliseu; 16e ele disse: «Esta é a mensagem do Senhor: “Abram muitas covas neste vale! 17Não sentirão vento, nem verão chover; no entanto, este vale vai encher-se de água para beberem e darem de beber ao gado e aos restantes animais.” 18Mas isto é uma pequena amostra do que o Senhor pode fazer: ele vai também entregar os moabitas nas vossas mãos. 19Haveis de conquistar todas as suas cidades fortificadas e outras cidades importantes, derrubar todas as suas árvores de fruto, obstruir todas as nascentes de água e cobrir de pedras todos os terrenos de cultivo.»

20No dia seguinte, à hora de oferecer o sacrifício da manhã, do lado de Edom, começou a correr água, que inundou toda a região. 21Entretanto os moabitas, ao ouvirem que aqueles três reis os iam atacar, mobilizaram todos os homens jovens e adultos aptos para a guerra e tomaram posição nas fronteiras. 22De madrugada, quando o Sol rompeu e se refletiu na água, pareceu aos moabitas que ela estava vermelha como sangue. 23Por isso, exclamaram: «Isto é sangue! Deve ter acontecido que os reis e os seus exércitos lutaram uns contra os outros e destruíram-se mutuamente. Moabitas, vamos agora apoderar-nos dos despojos que ficaram.»

24Mas quando eles se aproximaram do acampamento dos israelitas, estes atacaram-nos e puseram-nos em fuga. Os israelitas invadiram o território de Moab, e devastaram-no3,24 Versículo de difícil compreensão. Seguimos a antiga tradução grega.; 25destruíram as cidades e encheram de pedras os terrenos de cultivo; lançando cada soldado uma pedra, obstruíram todas as nascentes de água e derrubaram todas as árvores de fruto. Só ficou de pé a cidade de Quir-Haresset3,25 Quir-Haresset. Capital do reino de Moab., que foi cercada e conquistada pelos soldados, armados com fundas.

26Quando o rei de Moab compreendeu que estava a perder a batalha, levou consigo setecentos soldados de espada em punho para abrir caminho até chegar ao rei de Edom, mas não conseguiu. 27Pegou então no seu filho mais velho, que deveria suceder-lhe no trono, e ofereceu-o em holocausto sobre a muralha da cidade. Isto provocou tamanha indignação entre os israelitas3,27 Ou: indignação contra os israelitas., que estes levantaram o acampamento e regressaram ao seu país.

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Eliseu socorre uma viúva

41A viúva de um membro dum grupo de profetas foi ter com Eliseu e disse: «O meu marido, teu servo, morreu. Como sabes, ele era fiel ao Senhor. Agora, veio um credor que quer levar os meus dois filhos como escravos.» 2Eliseu perguntou-lhe: «Que posso eu fazer? Diz-me o que tens em casa.» Ela respondeu: «A tua serva só tem em casa uma garrafa de azeite.» 3Então Eliseu disse-lhe: «Vai ter com todos os teus vizinhos e pede-lhes emprestadas vasilhas vazias em grande quantidade. 4Depois metes-te em casa com os teus filhos, trancas a porta e enches de azeite todas as vasilhas, pondo-as de parte, à medida que as fores enchendo.»

5A mulher foi-se embora dali, entrou em casa com os filhos e trancou a porta; os filhos então iam-lhe passando as vasilhas e ela ia-as enchendo. 6Quando estavam as vasilhas todas cheias, ela disse a um dos filhos: «Traz-me mais uma vasilha!» Ele respondeu que não havia mais vasilhas. E, nesse momento, o azeite deixou de correr.

7A mulher foi contar tudo ao profeta Eliseu, que lhe disse: «Agora vais vender esse azeite para pagares a tua dívida. O dinheiro que sobrar será suficiente para viveres, tu e os teus filhos.»

Eliseu e a mulher de Suném

8Um dia em que Eliseu passou pela povoação de Suném, uma mulher importante que ali vivia insistiu com ele, para comer em sua casa. E, sempre que Eliseu passava por ali perto, ia lá comer. 9Ela então disse ao marido: «Tenho a certeza de que este homem, que nos visita, sempre que por aqui passa, é um santo profeta. 10Vamos arranjar-lhe um quartinho no terraço e pomos lá uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lâmpada, para ele poder lá ficar, quando nos visitar.»

11Um dia em que passou por Suném, Eliseu foi para o seu quarto descansar 12e disse a Gueázi, seu criado, para ir chamar a dona da casa. Ela apresentou-se a Eliseu 13e ele disse a Gueázi: «Pergunta-lhe o que posso eu fazer por ela em reconhecimento do carinho com que nos tem tratado. Talvez eu pudesse intervir em seu favor junto do rei ou do chefe do exército.» Ela respondeu: «Não, obrigada! Eu vivo bem, no meio da minha gente.»

14Eliseu perguntou depois a Gueázi: «Que posso eu então fazer por ela?» Ele respondeu: «Ela não tem filhos e o marido é já idoso.» 15Eliseu disse-lhe então: «Chama-a lá!» O criado foi chamá-la e ela veio e ficou à porta, de pé. 16Eliseu disse-lhe: «Para o ano que vem, por esta altura, terás um filho nos braços.» Ela exclamou: «Não, meu senhor! Não cries ilusões à tua serva, homem de Deus!»

17Com efeito, tal como Eliseu tinha anunciado, a mulher ficou grávida e, no ano seguinte, deu à luz um filho. 18O menino cresceu e, um dia, quando ia ter com o pai, que estava com os ceifeiros, 19começou a gritar pelo pai: «Ai, a minha cabeça! Ai, a minha cabeça!» O pai disse então a um dos criados: «Leva-o depressa à mãe!» 20Ele levou-o e entregou-o à mãe e ela sentou-o nos joelhos até que, ao meio-dia, ele morreu. 21A mãe levou então o corpo do menino para o quarto de Eliseu, pô-lo em cima da cama, fechou a porta e saiu. 22Chamou o marido e disse-lhe: «Manda-me um criado com uma jumenta, para eu ir depressa procurar o profeta Eliseu. Voltarei logo que possa.» 23O marido perguntou-lhe: «Por que vais vê-lo hoje? Não é dia de festa do primeiro dia do mês, nem dia de descanso!» Mas ela respondeu: «Não te preocupes.» 24E ordenou ao criado, quando já tinha a jumenta albardada: «Faz a jumenta andar depressa e não pares no caminho, senão quando eu te disser.»

25Ela partiu e foi ter com Eliseu ao monte Carmelo. Ele viu-a de longe e disse para o seu criado Gueázi: «Olha, vem aí a senhora de Suném! 26Corre ao seu encontro e pergunta-lhe como está e como estão o marido e o filho.» O criado foi e ela respondeu-lhe que estavam bem; 27mas, quando chegou junto de Eliseu, no monte, inclinou-se diante dele e agarrou-se aos seus pés. Gueázi aproximou-se para a afastar, mas o profeta ordenou-lhe: «Deixa-a, porque ela está muito angustiada e até agora o Senhor não me revelou o que se passa.» 28Então ela disse: «Ó meu senhor, porventura eu te pedi um filho? Não te pedi que não me enganasses?»

29Eliseu disse então a Gueázi: «Prende bem a roupa na cintura, leva contigo o meu bastão e vai a Suném. Não pares para saudar ninguém e, se alguém te saudar, não respondas. Vai colocar o meu bastão sobre o rosto do menino.»

30Mas a mulher disse a Eliseu: «Juro pelo Senhor e pela tua própria vida que não sairei daqui sem ti.» Então Eliseu foi com ela. 31Entretanto Gueázi, que lá chegou primeiro, pôs o bastão sobre o rosto do menino, mas este não falava nem dava sinal de vida. Gueázi foi ao encontro de Eliseu e disse-lhe: «O menino não voltou a si!»

32Quando Eliseu lá chegou, viu o menino morto em cima da sua cama. 33Entrou, fechou a porta, ficando no quarto só com o menino, e orou ao Senhor. 34Depois subiu para a cama e estendeu-se por cima do menino, colocando a boca, os olhos e as mãos sobre a boca, os olhos e as mãos do menino, cujo corpo começou a aquecer. 35Eliseu levantou-se e pôs-se a passear no quarto dum lado para o outro. Depois voltou a estender-se sobre o menino, que espirrou sete vezes e abriu os olhos. 36Eliseu chamou Gueázi e disse-lhe que chamasse a mãe do menino. Quando ela entrou no quarto, Eliseu disse-lhe: «Toma o teu filho!» 37A mulher aproximou-se e lançou-se aos pés de Eliseu, inclinando-se com o rosto por terra. Depois pegou no filho e saiu.

O milagre da comida

38Depois disto, Eliseu regressou a Guilgal. Havia uma grande fome naquela região4,38 Deve tratar-se da fome que durou sete anos, de que se fala em 8,1.. Enquanto falava para um grupo de profetas que se sentaram diante dele, disse ao seu criado: «Põe uma panela grande ao lume e faz uma sopa para os profetas.»

39Um deles foi ao campo apanhar legumes e encontrou uma planta silvestre de que colheu uma capa cheia de frutos parecidos com abóboras4,39 Trata-se de colocíntidas, fruto decorativo mas não comestível, arredondado e amargo e com um forte efeito purgativo.. Quando regressou, cortou-os aos pedaços e meteu-os na panela da sopa, sem saber o que era. 40A comida foi servida aos profetas, mas mal começaram a comer, puseram-se a gritar: «Profeta, esta sopa está envenenada!» E não a puderam comer. 41Eliseu pediu para lhe levarem farinha, deitou-a na panela da sopa e disse ao servo: «Serve agora, para que comam todos.» E já não havia nada de mal na panela.

Eliseu dá de comer a cem homens

42Noutra ocasião, apresentou-se um homem de Baal-Salisa4,42 Localidade não identificada da tribo de Efraim. Ver 1 Sm 9,4., que levava a Eliseu vinte pães de farinha nova de cevada e espigas de trigo novas no seu bornal. Eliseu disse ao seu criado para dar de comer ao grupo de profetas com o que aquele homem lhe tinha trazido. 43Mas o criado respondeu: «Achas que isto chega para cem homens?» Eliseu insistiu: «Dá-lhes isso para comer, porque o Senhor diz que dá para comer e ainda sobrará.» 44O criado então pôs a comida diante deles e, tal como o Senhor tinha dito, todos comeram e ainda sobrou.