a BÍBLIA para todos Edição Católica (BPTct)
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Gedeão derrota os madianitas

71Certo dia Gedeão e os seus homens levantaram-se cedo e armaram as tendas junto à nascente de Harod7,1 A nascente de Harod ficava situada a leste do vale de Jezrael, junto ao monte Guilboa.. O acampamento dos madianitas ficava a norte, no vale junto da colina de Moré7,1 A sul do monte de Tabor.. 2O Senhor disse-lhe: «Os homens que tens são demasiados para eu lhes dar a vitória sobre os madianitas. Ficariam a pensar que deviam a vitória a si próprios e não a mim. 3Diz, portanto, ao povo: “Quem tiver medo, pode voltar para casa. Os outros ficarão aqui, no monte Guilead.”» Assim vinte e dois mil voltaram, ficando só dez mil.

4Então o Senhor disse a Gedeão: «Ainda tens homens a mais. Leva-os a beber água que eu vou separar os que ficarão contigo. Se eu te disser que tal homem irá contigo, ele irá. Se te mostrar que não deve ir contigo, não irá.»

5Gedeão desceu então com os homens à água e o Senhor disse-lhe: «Todos aqueles que beberem água com as mãos, lambendo-a como os cães, separa-os dos que se ajoelharem para beber.» 6Houve trezentos homens que beberam água das mãos e a lamberam; os restantes ajoelharam-se para beber. 7O Senhor disse a Gedeão: «Virei em tua ajuda e, com os trezentos homens que lamberam a água vou dar-te a vitória sobre os madianitas. Diz aos restantes que voltem para casa.»

8Assim Gedeão mandou os israelitas embora e ficou só com os trezentos; e esses ficaram com as provisões e as trombetas. O acampamento madianita ficava no vale, mesmo abaixo. 9Naquela noite, o Senhor ordenou a Gedeão: «Levanta-te e ataca o acampamento; dar-te-ei a vitória. 10Mas se tiveres medo, desce ao acampamento com Purá, teu servo. 11Poderás escutar o que eles dizem e ganharás coragem para atacar.»

Gedeão e Purá, seu servo, desceram até ao extremo do acampamento. 12Os madianitas, os amalecitas e as tribos nómadas estavam espalhados pelo vale, como uma praga de gafanhotos, e os seus camelos eram tão numerosos como a areia do mar. 13Quando Gedeão se aproximou, ouviu um homem contar a um companheiro o sonho que tivera. Dizia: «Sonhei que vi um pão de cevada7,13 Este pão de cevada simboliza os agricultores israelitas. rolando sobre o nosso acampamento e vir bater na tenda7,13 A tenda representa os madianitas nómadas., lançando-a por terra.» 14O companheiro exclamou: «Isso não é outra coisa senão a espada de Gedeão, o israelita, filho de Joás! Deus deu-lhe a vitória sobre Madiã, sobre o nosso exército!»

15Quando Gedeão ouviu aquele sonho e a sua interpretação, ajoelhou-se e orou a Deus. Voltou então para o acampamento israelita e disse: «Levantem-se! O Senhor vai dar-nos a vitória sobre o exército madianita!» 16Dividiu os seus trezentos homens em três grupos e entregou a cada homem uma trombeta e uma ânfora e, dentro desta, uma tocha acesa. 17E disse-lhes: «Quando eu chegar ao outro lado do acampamento, façam o que eu fizer. 18Quando eu e o meu grupo tocarmos as trombetas, toquem também as vossas ao redor do acampamento, gritando: “Pelo Senhor e por Gedeão!”»

19Gedeão e os seus cem homens chegaram à entrada do acampamento por volta da meia-noite, pouco depois da mudança das sentinelas. Subitamente, tocaram as trombetas e quebraram as ânforas que tinham na mão, 20e os outros dois grupos fizeram o mesmo. Todos tinham tochas na mão esquerda e trombetas na direita e gritavam: «À espada, pelo Senhor e por Gedeão.» 21Cada um se mantinha no seu posto, ao redor do acampamento, e todo o exército inimigo se pôs em fuga, aos gritos.

22Enquanto os homens de Gedeão tocavam a trombeta, o Senhor fez com que as hostes inimigas se atacassem mutuamente à espada. Os que escapavam corriam em direção a Bet-Chitá, para os lados de Serera, e até à entrada de Abel-Meolá, junto de Tabat. 23Então os homens de Neftali, Asser e Manassés foram no encalce dos madianitas. 24E Gedeão enviou mensageiros por toda a região montanhosa de Efraim dizendo: «Desçam e deem cabo dos madianitas. Não os deixem atravessar o rio Jordão, nem os vaus de Bet-Bará.» Os homens de Efraim foram convocados para o efeito e ocuparam as passagens do Jordão e Bet-Bará. 25E capturaram dois chefes madianitas, Oreb e Zeeb; mataram Oreb junto ao rochedo de Oreb e Zeeb, no lagar de Zeeb. Depois de terem perseguido os madianitas, levaram as cabeças de Oreb e Zeeb a Gedeão, que estava já na margem oriental do Jordão.

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A derrota final dos madianitas

81Os homens de Efraim disseram a Gedeão: «Por que agiste assim connosco, e não nos chamaste a combater ao teu lado, contra os madianitas?» E houve entre eles acesa discussão. 2Porém ele disse-lhes: «As obras que eu fiz não se comparam com as vossas. Pois o que fizeram, ó gente de Efraim, vale mais do que os feitos dos meus homens. 3Deus deu-vos poder para matar os príncipes madianitas, Oreb e Zeeb. Que fiz eu de mais em comparação convosco?» Depois destas palavras, ficaram mais calmos.

4Gedeão e os seus trezentos homens, já exaustos, continuaram a perseguir o inimigo, na margem oriental do rio Jordão. 5Quando chegaram a Sucot, disse ele aos seus moradores: «Os meus homens estão cansados. Deem-lhes pão, por favor, para que possam continuar a perseguir os reis madianitas Zeba e Salmuna.» 6Porém os chefes de Sucot replicaram: «Por que devemos dar comida às suas tropas? Vocês ainda não apanharam Zeba e Salmuna!» 7Então Gedeão disse: «Pois bem! Quando o Senhor me der Zeba e Salmuna, eu voltarei e rasgarei a vossa carne com espinhos e abrolhos do deserto!»

8E Gedeão partiu em direção a Penuel e fez ali o mesmo pedido, obtendo idêntica resposta à dos de Sucot. 9A eles prometeu: «Voltarei em breve e deitarei abaixo a vossa torre!»

10Zeba e Salmuna encontravam-se em Carcor, com os seus homens. Das tropas dos nómadas apenas restavam quinze mil homens; cento e vinte mil soldados tinham sido mortos. 11Gedeão prosseguiu pela estrada marginal do deserto, a oriente de Noba e Jogboa8,11 Ver Nm 32,42., e atacou o inimigo de surpresa. 12Os reis madianitas Zeba e Salmuna fugiram, mas perseguidos, foram capturados, deixando as suas tropas em pânico.

13Quando Gedeão regressou da batalha, pelo caminho da subida de Heres, 14capturou um jovem de Sucot, submetendo-o a interrogatório. O jovem revelou por escrito a Gedeão os nomes de setenta e sete homens de importância e influência em Sucot.

15Então Gedeão dirigiu-se a Sucot e disse: «Lembram-se de me terem recusado ajuda? Responderam então que não podiam dispensar comida aos meus homens exaustos porque eu ainda não tinha capturado Zeba e Salmuna. Pois bem, eles aqui estão!» 16Agarrou então em espinhos e abrolhos do deserto, e com eles deu uma lição aos chefes de Sucot. 17Derribou também a torre de Penuel e matou os homens da localidade.

18Então Gedeão perguntou a Zeba e Salmuna: «Como eram os homens que vocês mataram em Tabor?» Eles responderam: «Eram parecidos contigo. Pareciam príncipes.» 19Gedeão disse: «Eles eram meus irmãos, filhos da minha mãe. Juro-vos solenemente que se não os tivessem matado, eu não vos mataria.» 20Disse então a Jéter, seu filho mais velho: «Vai e mata-os8,20 Ver Nm 35,19–29.!» Mas o rapaz hesitou, por ser muito novo. 21Então Zeba e Salmuna disseram a Gedeão: «Mata-nos tu. O trabalho de homem deve ser feito por homem.» Assim Gedeão matou-os e tirou os ornamentos do pescoço dos seus camelos.

22Em seguida, os israelitas disseram a Gedeão: «Sê o nosso chefe, tu e os teus filhos e descendentes, porque nos libertaste dos madianitas.» 23Gedeão respondeu: «Nem eu nem o meu filho seremos vossos chefes. O Senhor será o vosso chefe.» 24E acrescentou: «Deixem-me pedir-vos uma coisa: dê-me cada um, um brinco do espólio que recolheu.» Referia-se aos brincos de ouro que os nómadas usavam. 25O povo respondeu: «Com muito gosto tos daremos.» Estenderam no chão uma capa e cada um colocou ali um brinco dos despojos que tinham recolhido. 26Todos juntos, os brincos que Gedeão recebeu, pesavam quase vinte quilos, sem contar com os adereços, os pendentes e vestes de púrpura, que os reis de Madiã usavam, nem as correntes de adorno que os camelos tinham ao pescoço. 27Gedeão fez uma estátua com esse ouro e colocou-a na sua terra natal, Ofra. Os israelitas voltaram as costas a Deus e passaram a adorar esse ídolo, o que veio a ser a ruína de Gedeão e de sua família.

28Assim os madianitas foram derrotados pelos israelitas e nunca mais voltaram a levantar a cabeça. E o país viveu em paz durante quarenta anos, até à morte de Gedeão.

Morte de Gedeão

29Gedeão voltou então para sua casa e lá continuou a viver. 30Gedeão teve setenta filhos, porque tinha muitas mulheres. 31Tinha ainda uma esposa secundária em Siquém, que lhe deu um filho, chamado Abimelec. 32Gedeão, filho de Joás, morreu de idade avançada, ficando sepultado no túmulo de Joás, seu pai, em Ofra, terra da família de Abiézer. 33Após a morte de Gedeão, o povo de Israel caiu novamente na idolatria e prestou culto a Baal. Fizeram de Baal-Berit8,33 Baal-Berit era provavelmente um deus adorado em Siquém. o seu deus, 34e deixaram de servir ao Senhor, seu Deus, que os libertara dos inimigos que os rodeavam. 35Nem sequer se mostraram reconhecidos à família de Gedeão por todo o bem que fizera a Israel.

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Abimelec

91Abimelec, filho de Gedeão, foi para Siquém, onde vivia a família de sua mãe e pediu-lhes 2que fossem perguntar aos homens de Siquém: «Que é que preferem? Ser governados pelos setenta filhos de Gedeão ou por um só homem? Não se esqueçam que Abimelec é seu filho, por parte da mulher que vive em Siquém.»

3Os parentes da mãe falaram nisso aos homens de Siquém, os quais decidiram escolher Abimelec, por este ser seu conterrâneo.

4Deram-lhe setenta siclos de prata do templo de Baal-Berit9,4 Ver 8,33. e com este dinheiro ele assalariou duzentos vagabundos para o seguirem. 5Dirigiu-se à casa de seu pai em Ofra e ali, sobre uma mesma pedra, degolou os seus setenta irmãos, filhos de Gedeão. Escapou apenas Jotam, o filho mais novo, que se escondera. 6Então os homens de Siquém e Bet-Milo reuniram-se e dirigiram-se para junto do terebinto sagrado em Siquém, proclamando rei a Abimelec.

7Quando Jotam soube, subiu ao monte Garizim9,7 Monte Garizim. Monte próximo de Siquém. e gritou-lhes: «Habitantes de Siquém, ouçam-me, para que Deus vos ouça também. 8Certa vez as árvores reuniram-se para escolher um rei. Disseram para a oliveira: “Reina sobre nós.” 9A oliveira respondeu: “Para reinar sobre vós teria de deixar de produzir azeite, o qual é usado para honrar deuses e homens.”

10Então as árvores disseram à figueira: “Sê tu o nosso rei!” 11Mas a figueira replicou: “Para reinar sobre vós não poderia produzir mais o meu doce fruto.”

12Em seguida as árvores disseram à videira: “Tu é que vais ser o nosso rei.” 13Mas a videira respondeu: “Para reinar sobre vós não mais poderia dar o meu vinho, que faz os deuses e os homens felizes.”

14Então as árvores disseram ao espinheiro: “Tu vais ser o nosso rei.” 15O espinheiro respondeu: “Se querem mesmo que eu seja vosso rei, venham todos para debaixo da minha sombra. Se não quiserem, sairá fogo dos meus ramos espinhosos e consumirá até os cedros do Líbano.”»

16E Jotam continuou: «Vejamos! Será que procederam realmente com sinceridade, quando escolheram Abimelec como rei? Respeitaram a memória de Gedeão, tratando a sua família como lhe era devido, como ele merecia? 17Lembrem-se que o meu pai combateu por vós. Arriscou a vida para vos salvar dos madianitas. 18Mas agora voltaram-se contra a minha família. Mataram os seus filhos, setenta homens sobre uma só pedra. E só porque Abimelec, seu filho por parte da escrava, é vosso parente, fizeram-no chefe de Siquém. 19Porém se o que hoje fizeram a Gedeão e à sua família foi sincero e honesto, que Abimelec seja feliz e vos faça felizes! 20Se não, que saia fogo de Abimelec e vos consuma, homens de Siquém e de Bet-Milo. E que o fogo da gente de Siquém e de Bet-Milo consuma Abimelec.»

21Em seguida, temendo o seu irmão Abimelec, Jotam fugiu e passou a viver em Ber9,21 Ber. Localidade situada a 15 km a sudeste do monte Tabor..

Revolta contra Abimelec

22Abimelec dominou em Israel, durante três anos. 23Então Deus permitiu que houvesse hostilidade entre Abimelec e os homens de Siquém, que se revoltaram contra ele. 24Isto aconteceu para que Abimelec e os habitantes de Siquém, que o tinham acompanhado no assassinato dos setenta filhos de Gedeão, fossem castigados pelo seu crime. 25Os de Siquém puseram homens emboscados nas passagens estreitas dos montes e assaltaram quem passava. E Abimelec foi informado disso.

26Então Gaal, filho de Ébed, veio a Siquém com os seus irmãos, e os homens de Siquém aliaram-se a ele. 27Foram todos para as vinhas, apanharam uvas, fizeram vinho e organizaram uma festa. Dirigiram-se em seguida ao templo do seu deus e ali comeram e beberam e escarneceram de Abimelec. 28Gaal disse: «Que espécie de homens somos nós em Siquém? Por que servimos Abimelec? Quem é ele, afinal de contas? O filho de Gedeão! E Zebul recebe ordens dele; mas por que razão o deve servir? Sejam antes leais ao vosso pai Hamor, de quem descende a vossa família! 29Quem me dera dirigir o vosso povo! Desembaraçar-me-ia de Abimelec! Dir-lhe-ia: “Reforça as tuas tropas e vem combater comigo!”»

30Zebul, governador da cidade, ficou furioso, quando soube do que Gaal dissera. 31Enviou mensageiros a Abimelec, que estava em Arumá, para o avisarem: «Gaal, filho de Ébed, e os seus irmãos vieram a Siquém e vão impedir que entres na cidade. 32Por isso, tu e os teus homens, saiam de noite e escondam-se nos campos. 33Levanta-te amanhã de manhã, ao romper do sol e ataca a cidade de surpresa. E quando Gaal e os seus homens te vierem dar luta, não tenhas pena deles.» 34Assim Abimelec e os seus homens foram esconder-se de noite, fora de Siquém, em quatro grupos.

35Quando Abimelec e os seus depararam com Gaal a sair ao seu encontro e a parar à porta da cidade, deixaram os esconderijos. 36Gaal viu-os e disse a Zebul: «Atenção! Há homens a descer dos montes!» Zebul respondeu: «Não são homens; trata-se apenas de sombras.» 37Gaal avisou segunda vez: «Atenção! Há homens a descer dos montes e um grupo vem pelo caminho do carvalho dos Adivinhos!» 38Então Zebul respondeu: «Que estás para aí a dizer? Foste tu que nos perguntaste por que havíamos de servir Abimelec. Esses são os homens que trataste com desdém. Sai e dá-lhes luta.»

39Gaal levou os homens de Siquém a combater contra Abimelec. 40Gaal fugiu, e Abimelec perseguiu-o. Muitos ficaram feridos, mesmo à porta da cidade. 41Abimelec morava em Arumá, e Zebul expulsou Gaal e os seus irmãos de Siquém, de maneira que já lá não puderam morar.

42No dia seguinte, Abimelec descobriu que os habitantes de Siquém tencionavam sair para os campos. 43E assim dividiu os seus homens em três grupos e escondeu-se nos campos, à espera. Quando viu o povo a sair da cidade, saiu do esconderijo, para o matar. 44Enquanto Abimelec e o seu grupo avançavam, para se pôr em guarda à porta da cidade, os outros dois grupos atacaram o povo nos campos e mataram-nos a todos. 45O combate durou todo o dia. Abimelec capturou a cidade e destruiu-a; matou os seus habitantes e cobriu o chão de sal9,45 Ver Dt 9,22..

46Quando os homens influentes da torre de Siquém ouviram o que se passara, procuraram refugiar-se na fortaleza do templo de Baal-Berit. 47Abimelec soube que eles estavam lá escondidos 48e subiu ao monte Salmon com os seus. Ali pegou num machado, cortou o ramo de uma árvore e pô-lo aos ombros. Disse então aos seus homens para fazerem o mesmo. 49Cada um se apressou a cortar ramos de árvores; com Abimelec puseram a lenha ao redor da fortaleza. Deitaram-lhe fogo, e as pessoas que estavam lá dentro morreram todas. Eram cerca de mil homens e mulheres. 50Depois disto, Abimelec foi para Tebes9,50 Tebes. Localidade a alguns quilómetros a nordeste de Siquém., sitiou a aldeia e conquistou-a. 51Havia ali uma torre forte, onde os homens e as mulheres juntamente com os chefes se fecharam por dentro e subiram ao telhado. 52Quando Abimelec se dispôs a atacar a torre, dirigiu-se para a porta para a incendiar. 53Mas uma mulher deixou cair uma pedra de mó em cima dele, fraturando-lhe o crânio. 54Abimelec então pediu ao seu escudeiro: «Puxa da espada e mata-me! Não quero que se diga que uma mulher me matou.» O escudeiro obedeceu e matou-o.

55Quando os israelitas viram que Abimelec estava morto, regressaram às suas casas. 56Assim Deus castigou Abimelec pelo crime que cometera contra seu pai, ao matar os seus setenta irmãos. 57Deus fez também com que os habitantes de Siquém sofressem pela sua maldade, tal como Jotam, filho de Gedeão, predissera, quando os amaldiçoou9,57 Ver 9,20..