a BÍBLIA para todos Edição Católica (BPTct)
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Exigências de pureza ritual e de justiça

51O Senhor disse a Moisés: 2«Diz aos israelitas que devem expulsar do acampamento todos os que estiverem impuros por qualquer espécie de lepra, por doença sexual ou por terem tocado num cadáver. 3Seja homem, seja mulher, devem expulsá-los5,3 Ver Lv 13,46. para fora do acampamento, para o não tornarem impuro, pois eu habito lá no meio deles.»

4Os israelitas assim fizeram: expulsaram todos esses para fora do acampamento. Conforme as ordens que o Senhor tinha dado a Moisés, assim o puseram em prática.

5O Senhor disse a Moisés 6que transmitisse aos israelitas as seguintes ordens: «Quando um homem ou uma mulher prejudicarem outra pessoa, ofendem o Senhor e tornam-se culpados. 7Devem, portanto, confessar a sua culpa e indemnizar aquele que foi prejudicado, na medida do prejuízo e acrescentando mais um quinto do seu valor. 8Se o prejudicado tiver morrido e não tiver um parente que o represente para receber a indemnização, esta deve reverter para o Senhor e ser entregue ao sacerdote, além do carneiro que se oferece para o ritual pelo perdão do pecado5,8 Sobre os v. 5–8, ver Lv 5,20–26..

9Aquilo que é reservado em tributo ao Senhor, em todas as ofertas que os israelitas apresentarem ao sacerdote, pertence a este último. 10E aquilo de que alguém pode dispor e o oferece para o sacerdote, isso pertence igualmente a este.»

Suspeitas sobre a fidelidade conjugal

11O Senhor disse a Moisés 12que comunicasse aos israelitas as seguintes ordens: «Pode acontecer que uma mulher se porte mal e seja infiel ao seu marido, 13tendo relações sexuais com outro homem, sem que o seu marido chegue a saber, e tornando-se impura, sem que ninguém o venha a saber, porque nenhuma testemunha a surpreendeu em flagrante. 14Se o marido tiver suspeitas e for atingido por ciúmes relativamente à sua mulher, quer ela tenha sido realmente culpada quer não, 15então deve levar a mulher ao sacerdote com a oferta a apresentar por ela, isto é, três quilos de farinha de cevada. Não deve derramar azeite nem colocar incenso na farinha, porque se trata de uma oferta de cereais por motivo de suspeita, destinada a servir de denúncia por um possível crime.

16O sacerdote irá apresentá-la diante do Senhor 17e pegará num recipiente de barro com água santa5,17 Não se sabe exatamente que água é esta. Poderia ser uma água conservada no santuário ou proveniente de alguma fonte tida por sagrada., misturando nela pó apanhado no chão do santuário; 18depois, leva essa mulher para diante do Senhor e descobre-lhe a cabeça5,18 Descobrir a cabeça era provavelmente um sinal de penitência, derivado de algum costume de luto. Ver Lv 10,6., colocando nas suas mãos a oferta de denúncia, que é oferta de suspeita. O sacerdote terá na sua mão a água amarga5,18 A água amarga é a água santa referida no v. 17, misturada com pó. que produz a maldição. 19Depois obriga-a a jurar e diz-lhe: “Se não tiveste relações com outro homem, se não foste infiel ao teu marido nem te tornaste impura, que esta água amarga que produz a maldição te não faça nenhum mal. 20Mas se foste infiel ao teu marido, tornando-te assim impura, e tiveste relações com um homem que não é teu marido, 21então que o Senhor faça de ti um exemplo de maldição entre o teu povo, fazendo com que fiques estéril e te faça inchar a barriga” — continua o sacerdote dirigindo-se à mulher em juramento de maldição — 22“que estas águas amargas que agora bebes te tornem estéril e te façam inchar a barriga.” E a mulher deve responder: “Seja assim!” 23O sacerdote deve escrever estas maldições num documento e depois desfazê-lo para dentro das águas amargas. 24Em seguida, dá à mulher as águas amargas que produzem a maldição e ela deve bebê-las.

25O sacerdote recebe das mãos da mulher a oferta pela suspeita e leva-a ao altar, fazendo o gesto ritual de apresentação diante do Senhor. 26Retira uma mão-cheia da oferta, para servir de memorial5,26 Sobre o memorial, ver Lv 2,2 e nota., e queima-a sobre o altar. Depois disso, manda beber a água à mulher. 27Se a mulher se tiver tornado impura, ofendendo o seu marido, as águas de maldição que o sacerdote lhe dá a beber tornar-se-ão dentro dela em amargura; a sua barriga inchará e ficará estéril e aquela mulher será um exemplo de maldição no meio do seu povo. 28Mas se ela não se tornou impura, se está ritualmente pura, então nada lhe acontecerá e poderá ainda ter filhos.

29Esta é a lei para o caso de se suspeitar que uma mulher foi infiel ao seu marido e se tornou impura, 30ou para o caso dum marido que começou a ter suspeitas relativamente ao comportamento da sua mulher: deve levar a mulher à presença do Senhor e o sacerdote deve cumprir exatamente aquilo que aqui foi ordenado. 31Assim o marido ficará sem culpa e a mulher sofrerá as consequências da culpa, se a tiver.»

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Lei sobre os nazireus

61O Senhor disse a Moisés 2que comunicasse aos israelitas as seguintes ordens: «Se um homem ou uma mulher quiserem fazer ao Senhor uma promessa especial, prometendo viver como nazireu6,2 As exigências feitas ao nazireu constam dos v. 3–8, resumindo-se a não beber álcool nem deixar cortar o cabelo, durante o tempo em que durar a promessa., 3não deve beber vinho nem outras bebidas alcoólicas6,3 Ver Lv 1,15., nem deve usar qualquer espécie de vinagre; também não deve beber sumo de uvas nem comer uvas frescas ou passadas. 4Enquanto durar a sua promessa, não deve provar nenhum produto da videira, nem o vinho, nem sequer as graínhas ou a casca das uvas.

5E enquanto durar a sua promessa, também não deve deixar que lhe cortem o cabelo; essa pessoa está consagrada ao Senhor e deve, por isso, deixar crescer o cabelo, até terminar o tempo que prometeu viver como nazireu. 6Durante esse tempo, também não deve tocar em nenhum cadáver. 7Mesmo que se trate do seu pai ou da sua mãe, dum irmão ou duma irmã que tenham morrido, não deve tocar-lhes, pois ficaria impuro e ele traz na sua cabeça o emblema da consagração a Deus6,7 Ver Jz 13,5; 16,17; 1 Sm 1,11. O cabelo por cortar, chamado em hebraico nézer, palavra relacionada com o nome nazireu, é o emblema desta consagração..

8Enquanto durar a sua promessa de nazireu, está consagrado ao Senhor. 9Mas se, repentinamente, alguém morrer ao seu lado ele torna-se impuro, depois de se ter consagrado como nazireu. Sete dias depois, estará puro de novo e deve então rapar o cabelo. 10Ao oitavo dia, deve levar duas rolas ou dois pombos ao sacerdote, à entrada da tenda do encontro. 11Este oferece uma das aves como sacrifício pelo pecado e outra para o holocausto. Depois faz por ele o ritual do perdão, por ter ficado impuro no contacto com o cadáver e naquele dia a sua cabeça fica de novo consagrada. 12Para isso, deve apresentar um cordeiro de um ano como sacrifício de reparação e começar de novo a contar os dias de consagração como nazireu, porque os dias que já tinham passado ficam anulados, por entretanto ter ficado impuro.

13Este é o ritual a realizar, quando um nazireu tiver terminado o tempo da sua promessa. Deve ser levado à entrada da tenda do encontro. 14Aí deve apresentar, como oferta ao Senhor, um cordeiro de um ano, sem defeito, para o holocausto, uma cordeira de um ano, sem defeito, como sacrifício pelo pecado, um carneiro, sem defeito, para um sacrifício de comunhão. 15Deve levar ainda um cesto de pães sem fermento, feitos da melhor farinha, e tortas amassadas com azeite e bolos de pão sem fermento, untados com azeite e acompanhados das respetivas ofertas de cereais e de vinho. 16O sacerdote apresenta tudo isso diante do Senhor e oferece o sacrifício pelo pecado e o holocausto. 17Com o carneiro, oferece um sacrifício de comunhão, juntamente com o cesto de pães sem fermento, e apresenta ainda as ofertas de cereais e de vinho.

18Nessa altura, o nazireu rapa o seu cabelo, à entrada da tenda do encontro, pega no cabelo que tinha sido consagrado e vai colocá-lo no fogo que está a queimar o sacrifício de comunhão. 19O sacerdote pega na perna do carneiro, já cozida, tira do cesto uma torta de pão sem fermento e um bolo e coloca-os nas mãos do nazireu, depois de este ter rapado o cabelo, em sinal de consagração. 20O sacerdote faz com as ofertas o gesto de apresentação ritual diante do Senhor. Estas ofertas são uma parte sagrada reservada ao sacerdote, junto com o peito apresentado ritualmente e a coxa que deve ficar como tributo para o Senhor. Depois disso, o nazireu pode beber vinho.

21Esta é a lei sobre aquilo que o nazireu deve oferecer ao Senhor em cumprimento do seu voto, para além daquilo que ele pode, de livre vontade, querer oferecer ainda. Deve cumprir tudo exatamente como tinha prometido6,21 Sobre os v. 13–8.

Fórmula para dar a bênção

22O Senhor disse a Moisés: 23«Comunica a Aarão e aos seus filhos que devem pronunciar a seguinte fórmula, para dar a bênção aos israelitas:

24“Que o Senhor te abençoe e te proteja;

25que o Senhor te mostre o seu rosto acolhedor

e te trate com bondade;

26que o Senhor olhe para ti

e te conceda a paz!”

27Assim os sacerdotes hão de servir-se do meu nome para abençoar os israelitas e eu mesmo hei de dar-lhes a minha bênção.»

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Ofertas para a consagração do santuário

71Quando Moisés acabou de instalar o santuário, consagrou-o com o óleo da consagração e consagrou também os seus acessórios, o altar e todos os seus acessórios, usando sempre o óleo da consagração.

2Então aproximaram-se os que eram chefes dos israelitas e chefes de cada clã, representando as tribos de Israel, que tinham efetuado o recenseamento. 3Como oferta para o Senhor, levaram seis carros cobertos7,3 O sentido da palavra hebraica para carros cobertos é ambíguo; poderia tratar-se de uma espécie de liteira. e doze bois. Cada carro era oferta de dois chefes e cada boi era oferta de um chefe; e foram colocá-los diante do santuário.

4O Senhor disse a Moisés: 5«Aceita os seus presentes, para serem utilizados ao serviço da tenda do encontro, e entrega-os aos levitas, conforme as tarefas de cada um.»

6Moisés aceitou os carros e os bois e entregou-os aos levitas: 7deu dois carros e quatro bois aos descendentes de Gerson, para realização das suas tarefas; 8aos descendentes de Merari deu os outros quatro carros e oito bois, para realização das suas tarefas, sob as ordens de Itamar, filho do sacerdote Aarão. 9Aos descendentes de Queat não entregou carros nem bois, pois as coisas sagradas que eles tinham de transportar transportavam-nas aos ombros.

Ofertas para a consagração do altar

10No dia da inauguração do altar, os chefes dos israelitas ofereceram os seus presentes de consagração e foram colocá-los diante do altar.

11Mas o Senhor disse a Moisés: «Cada dia deve aproximar-se do altar um dos chefes, para levar os seus presentes para a consagração do altar.»

12No primeiro dia, apresentou-se Nachon, filho de Aminadab, da tribo de Judá, para fazer a sua oferta. 13E a sua oferta foi um prato de prata, com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas, segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 14uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 15um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 16um bode, para o sacrifício pelo pecado; 17e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Nachon, filho de Aminadab.

18No segundo dia, foi Nataniel, filho de Suar, chefe de Issacar. 19E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas, segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite para servir de oferta de cereais7,19 Este texto refere as ofertas iguais de todas as tribos e aparece repetido, no hebraico, nos seguintes versículos: 13–16; 19–23; 25–29; 31–35; 37–41; 43–47; 49–53; 55–59; 61–65; 67–71; 73–77; 79–83.; 20uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 21um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 22um bode para o sacrifício pelo pecado; 23e, para o sacrifício de comunhão dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Nataniel, filho de Suar.

24No terceiro dia, foi o chefe dos descendentes de Zabulão, Eliab, filho de Helon. 25E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 26uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 27um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 28um bode para o sacrifício pelo pecado; 29e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Eliab, filho de Helon.

30No quarto dia, foi o chefe dos descendentes de Rúben, Eliçur, filho de Chediur. 31E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 32uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 33um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 34um bode para o sacrifício pelo pecado; 35e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Eliçur, filho de Chediur.

36No quinto dia, foi o chefe dos descendentes de Simeão, Salumiel, filho de Surichadai. 37E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão, de prata, com o peso de setecentos gramas, segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 38uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 39um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 40um bode para o sacrifício pelo pecado; 41e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Salumiel, filho de Surichadai.

42No sexto dia, foi o chefe dos descendentes de Gad, Eliasaf, filho de Deuel. 43E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 44uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 45um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 46um bode para o sacrifício pelo pecado; 47e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Aliasaf, filho de Deuel.

48No sétimo dia, foi o chefe dos descendentes de Efraim, Elisama, filho de Amiud. 49E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 50uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 51um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 52um bode para o sacrifício pelo pecado; 53e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Elisama, filho de Abiud.

54No oitavo dia, foi o chefe dos descendentes de Manassés, Gamaliel, filho de Pedaçur. 55E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 56uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 57um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 58um bode para o sacrifício pelo pecado; 59e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedaçur.

60No nono dia, foi o chefe dos descendentes de Benjamim, Abidan, filho de Guidoni. 61E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 62uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 63um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 64um bode para o sacrifício pelo pecado; 65e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Abidan, filho de Guidoni.

66No décimo dia, foi o chefe dos descendentes de Dan, Aiézer, filho de Amichadai. 67E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 68uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 69um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 70um bode para o sacrifício pelo pecado; 71e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Aiézer, filho de Amichadai.

72No décimo primeiro dia, foi o chefe dos descendentes de Asser, Paguiel, filho de Ocran. 73E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 74uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 75um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 76um bode para o sacrifício pelo pecado; 77e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Paguiel, filho de Ocran.

78No décimo segundo dia, foi o chefe dos descendentes de Neftali, Airá, filho de Enan. 79E a sua oferta foi igualmente um prato de prata, com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas, segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 80uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 81um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 82um bode, para o sacrifício pelo pecado; 83e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Airá, filho de Enan.

84Esta foi a oferta de consagração do altar, na altura em que ele foi consagrado. Os chefes dos israelitas ofereceram doze pratos de prata, doze bacias de prata e doze conchas de ouro. 85Cada prato pesava um quilo e trezentos gramas e cada bacia, setecentos gramas, fazendo um total de vinte e quatro quilos de prata, segundo os pesos do santuário. 86Além disso, ofereceram ainda doze conchas de ouro, com cem gramas cada, num total de um quilo e duzentos gramas de ouro, segundo os pesos do santuário. 87Os animais oferecidos para o holocausto foram doze touros, doze carneiros e doze cordeiros de um ano, destinados ao holocausto, com as ofertas de cereais respetivas; doze bodes para o sacrifício pelo pecado, 88vinte e quatro bois, sessenta carneiros, sessenta bodes e sessenta cordeiros de um ano, destinados aos sacrifícios de comunhão. Estas foram as ofertas para a consagração do altar, depois de ter sido consagrado.

89Quando Moisés entrava na tenda do encontro, para falar com o Senhor, ouvia a sua voz que lhe falava por cima da cobertura da arca que tinha o documento da aliança, entre os dois querubins. E assim é que Deus falava com ele7,89 Ou: E assim é que Moisés falava com Deus..