a BÍBLIA para todos Edição Católica (BPTct)
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Ofertas para a consagração do santuário

71Quando Moisés acabou de instalar o santuário, consagrou-o com o óleo da consagração e consagrou também os seus acessórios, o altar e todos os seus acessórios, usando sempre o óleo da consagração.

2Então aproximaram-se os que eram chefes dos israelitas e chefes de cada clã, representando as tribos de Israel, que tinham efetuado o recenseamento. 3Como oferta para o Senhor, levaram seis carros cobertos7,3 O sentido da palavra hebraica para carros cobertos é ambíguo; poderia tratar-se de uma espécie de liteira. e doze bois. Cada carro era oferta de dois chefes e cada boi era oferta de um chefe; e foram colocá-los diante do santuário.

4O Senhor disse a Moisés: 5«Aceita os seus presentes, para serem utilizados ao serviço da tenda do encontro, e entrega-os aos levitas, conforme as tarefas de cada um.»

6Moisés aceitou os carros e os bois e entregou-os aos levitas: 7deu dois carros e quatro bois aos descendentes de Gerson, para realização das suas tarefas; 8aos descendentes de Merari deu os outros quatro carros e oito bois, para realização das suas tarefas, sob as ordens de Itamar, filho do sacerdote Aarão. 9Aos descendentes de Queat não entregou carros nem bois, pois as coisas sagradas que eles tinham de transportar transportavam-nas aos ombros.

Ofertas para a consagração do altar

10No dia da inauguração do altar, os chefes dos israelitas ofereceram os seus presentes de consagração e foram colocá-los diante do altar.

11Mas o Senhor disse a Moisés: «Cada dia deve aproximar-se do altar um dos chefes, para levar os seus presentes para a consagração do altar.»

12No primeiro dia, apresentou-se Nachon, filho de Aminadab, da tribo de Judá, para fazer a sua oferta. 13E a sua oferta foi um prato de prata, com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas, segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 14uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 15um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 16um bode, para o sacrifício pelo pecado; 17e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Nachon, filho de Aminadab.

18No segundo dia, foi Nataniel, filho de Suar, chefe de Issacar. 19E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas, segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite para servir de oferta de cereais7,19 Este texto refere as ofertas iguais de todas as tribos e aparece repetido, no hebraico, nos seguintes versículos: 13–16; 19–23; 25–29; 31–35; 37–41; 43–47; 49–53; 55–59; 61–65; 67–71; 73–77; 79–83.; 20uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 21um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 22um bode para o sacrifício pelo pecado; 23e, para o sacrifício de comunhão dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Nataniel, filho de Suar.

24No terceiro dia, foi o chefe dos descendentes de Zabulão, Eliab, filho de Helon. 25E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 26uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 27um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 28um bode para o sacrifício pelo pecado; 29e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Eliab, filho de Helon.

30No quarto dia, foi o chefe dos descendentes de Rúben, Eliçur, filho de Chediur. 31E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 32uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 33um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 34um bode para o sacrifício pelo pecado; 35e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Eliçur, filho de Chediur.

36No quinto dia, foi o chefe dos descendentes de Simeão, Salumiel, filho de Surichadai. 37E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão, de prata, com o peso de setecentos gramas, segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 38uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 39um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 40um bode para o sacrifício pelo pecado; 41e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Salumiel, filho de Surichadai.

42No sexto dia, foi o chefe dos descendentes de Gad, Eliasaf, filho de Deuel. 43E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 44uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 45um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 46um bode para o sacrifício pelo pecado; 47e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Aliasaf, filho de Deuel.

48No sétimo dia, foi o chefe dos descendentes de Efraim, Elisama, filho de Amiud. 49E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 50uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 51um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 52um bode para o sacrifício pelo pecado; 53e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Elisama, filho de Abiud.

54No oitavo dia, foi o chefe dos descendentes de Manassés, Gamaliel, filho de Pedaçur. 55E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 56uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 57um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 58um bode para o sacrifício pelo pecado; 59e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedaçur.

60No nono dia, foi o chefe dos descendentes de Benjamim, Abidan, filho de Guidoni. 61E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 62uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 63um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 64um bode para o sacrifício pelo pecado; 65e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Abidan, filho de Guidoni.

66No décimo dia, foi o chefe dos descendentes de Dan, Aiézer, filho de Amichadai. 67E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 68uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 69um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 70um bode para o sacrifício pelo pecado; 71e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Aiézer, filho de Amichadai.

72No décimo primeiro dia, foi o chefe dos descendentes de Asser, Paguiel, filho de Ocran. 73E a sua oferta foi igualmente um prato de prata com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 74uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 75um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano para o holocausto; 76um bode para o sacrifício pelo pecado; 77e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Paguiel, filho de Ocran.

78No décimo segundo dia, foi o chefe dos descendentes de Neftali, Airá, filho de Enan. 79E a sua oferta foi igualmente um prato de prata, com o peso de um quilo e trezentos gramas, uma bacia de aspersão de prata com o peso de setecentos gramas, segundo os pesos do santuário, ambos cheios da melhor farinha amassada com azeite, para servir de oferta de cereais; 80uma taça de ouro com o peso de cem gramas, cheia de incenso para queimar; 81um touro, um carneiro e um cordeiro de um ano, para o holocausto; 82um bode, para o sacrifício pelo pecado; 83e, para o sacrifício de comunhão, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano. Esta foi a oferta de Airá, filho de Enan.

84Esta foi a oferta de consagração do altar, na altura em que ele foi consagrado. Os chefes dos israelitas ofereceram doze pratos de prata, doze bacias de prata e doze conchas de ouro. 85Cada prato pesava um quilo e trezentos gramas e cada bacia, setecentos gramas, fazendo um total de vinte e quatro quilos de prata, segundo os pesos do santuário. 86Além disso, ofereceram ainda doze conchas de ouro, com cem gramas cada, num total de um quilo e duzentos gramas de ouro, segundo os pesos do santuário. 87Os animais oferecidos para o holocausto foram doze touros, doze carneiros e doze cordeiros de um ano, destinados ao holocausto, com as ofertas de cereais respetivas; doze bodes para o sacrifício pelo pecado, 88vinte e quatro bois, sessenta carneiros, sessenta bodes e sessenta cordeiros de um ano, destinados aos sacrifícios de comunhão. Estas foram as ofertas para a consagração do altar, depois de ter sido consagrado.

89Quando Moisés entrava na tenda do encontro, para falar com o Senhor, ouvia a sua voz que lhe falava por cima da cobertura da arca que tinha o documento da aliança, entre os dois querubins. E assim é que Deus falava com ele7,89 Ou: E assim é que Moisés falava com Deus..

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Como colocar as lâmpadas no candelabro

81O Senhor disse a Moisés 2que comunicasse a Aarão as seguintes ordens: «Quando colocares as sete lâmpadas sobre o candelabro, faz com que elas iluminem a parte da frente do mesmo.»

3E Aarão assim fez. As lâmpadas iluminavam para a frente do candelabro, tal como o Senhor tinha ordenado a Moisés. 4O candelabro era feito de ouro cinzelado desde o pé até aos florões; e foi construído conforme o modelo que o Senhor tinha apresentado a Moisés8,4 Ver Ex 13,2..

Consagração dos levitas

5O Senhor disse a Moisés: 6«Separa os levitas dos outros israelitas e purifica-os. 7Para isso, deves servir-te do seguinte ritual: deves aspergi-los com água da purificação8,7 Esta água não está claramente descrita. Referências noutras passagens podem conter algo semelhante: Nm 19 e Lv 14.. Devem rapar à navalha todo o pelo do corpo e lavar as suas roupas. Depois ficam purificados. 8A seguir, pegarão num touro, com a respetiva oferta de farinha amassada em azeite, e tu arranjarás outro touro para o sacrifício pelo pecado. 9Faz aproximar os levitas da tenda do encontro e reunir todo o povo israelita em assembleia.

10Manda colocar os levitas na presença do Senhor, para que os israelitas lhes coloquem as mãos sobre a cabeça. 11Aarão, em nome dos israelitas, deve apresentar solenemente os levitas ao Senhor e ficarão com a função de o servirem.

12Os levitas colocarão as mãos sobre a cabeça dos touros e oferecerão um desses novilhos como sacrifício pelo pecado e outro como holocausto, em honra do Senhor, servindo como ritual de perdão pelos levitas. 13Deves colocar os levitas diante de Aarão e dos seus filhos, para assim serem apresentados ao Senhor em gesto solene de apresentação. 14Assim marcarás a diferença entre os levitas e o resto dos israelitas; e os levitas ficarão a pertencer-me a mim.

15Depois de assim terem sido purificados e apresentados solenemente ao Senhor, os levitas passarão a servir na tenda do encontro, 16pois foram-me entregues em substituição dos israelitas nascidos do primeiro parto; foi em vez dos filhos mais velhos que eu reservei para mim os levitas. 17De facto, tanto os filhos mais velhos dos israelitas como as primeiras crias dos seus animais me pertencem; decidi consagrá-los a mim, no dia em que feri de morte os filhos mais velhos dos egípcios8,17 Ver Ex 13,2.. 18Por isso, reservo para mim os levitas, em vez de todos os filhos mais velhos dos israelitas. 19Quero que eles fiquem entregues a Aarão e aos seus filhos, em nome dos israelitas, para desempenharem funções em nome deles na tenda do encontro e fazerem por eles o ritual do perdão. Assim os israelitas não serão castigados por se aproximarem demasiado do lugar sagrado8,19 Ver 1,53.

20Moisés, Aarão e todo o povo de Israel seguiram rigorosamente tudo o que o Senhor tinha ordenado a Moisés a propósito dos levitas. 21Os levitas purificaram-se, lavaram as suas roupas e Aarão apresentou-os com o gesto ritual de apresentação diante do Senhor e fez por eles o ritual do perdão, para ficarem purificados. 22Terminadas as cerimónias, os levitas começaram a exercer as suas funções na tenda do encontro, sob as ordens de Aarão e dos seus filhos. E assim se cumpriram as ordens que o Senhor tinha dado a Moisés, a respeito dos levitas.

23O Senhor disse ainda a Moisés: 24«Os levitas começarão a exercer funções aos vinte e cinco anos, idade em que serão alistados na tenda do encontro. 25A partir dos cinquenta anos, deixarão de estar ao serviço e não voltarão a exercer essas funções; 26a não ser para ajudarem eventualmente os seus colegas a guardarem a tenda do encontro, mas sem fazerem serviço regular. E assim organizarás o que se refere ao serviço dos levitas.»

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A celebração da Páscoa

91No primeiro mês do segundo ano, depois de os israelitas terem saído do Egito, o Senhor disse a Moisés, no deserto do Sinai: 2«Os israelitas devem celebrar a festa da Páscoa, na data marcada. 3Devem celebrá-la no dia catorze deste primeiro mês, ao cair da tarde, e devem cumprir exatamente todos os seus ritos e cerimónias.»

4Então Moisés ordenou aos israelitas que celebrassem a Páscoa 5e eles assim o fizeram, no dia catorze do primeiro mês, ao cair da tarde, estando no deserto do Sinai. Para isso, os israelitas cumpriram tudo rigorosamente, como o Senhor tinha ordenado a Moisés9,5 Sobre os v. 1–5, ver Ex 12,1–13 e nota. Sobre o v. 12, ver Ex 12,46; Jo 19,36..

6Alguns homens encontravam-se ritualmente impuros, por terem tocado num cadáver humano, e não podiam celebrar a Páscoa naquele dia. Foram então ter com Moisés e Aarão, nesse mesmo dia, 7e disseram-lhes: «Nós estamos ritualmente impuros, por termos tocado num cadáver. Será que vamos ser impedidos de apresentar a nossa oferta ao Senhor na data marcada, com os outros israelitas?»

8Moisés respondeu-lhes: «Esperem um pouco que eu vou saber as ordens que o Senhor me dá a vosso respeito.»

9O Senhor disse a Moisés 10que comunicasse aos israelitas o seguinte: «Quem estiver ritualmente impuro, por causa dum cadáver, ou por se encontrar longe, tanto agora como no futuro, deve celebrar a Páscoa em minha honra, 11no dia catorze do segundo mês, ao cair da tarde. Comerá a refeição pascal com pães sem fermento e ervas amargas. 12Do cordeiro pascal não devem deixar nada para o dia seguinte nem devem quebrar nenhum dos seus ossos seguindo escrupulosamente o ritual da Páscoa. 13Mas se alguém, que esteja ritualmente puro e não se encontre em viagem, não celebrou a Páscoa na altura devida, deve ser expulso do povo de Israel. Uma vez que não apresentou a oferta em honra do Senhor, na altura devida, sofrerá as consequências da sua culpa.

14Os estrangeiros que viverem convosco devem celebrar igualmente a Páscoa, seguindo o mesmo ritual. A mesma lei da Páscoa é tanto para vós como para os estrangeiros e para os habitantes do país.»

A nuvem sobre a tenda do encontro

15Desde o dia em que se montou a tenda, a nuvem9,15 Ver Ex 13,21. cobria o santuário que guardava o documento da aliança; à noite, ficava sobre o santuário e tomava o aspeto de fogo, até de manhã. 16E assim acontecia sempre: a nuvem durante o dia cobria o santuário, e durante a noite tomava o aspeto de fogo. 17Quando a nuvem que estava por cima da tenda se levantava, os israelitas punham-se a caminho; e no lugar onde ela parava de novo, eles assentavam o acampamento. 18Deste modo, os israelitas punham-se a caminho ou continuavam num acampamento, conforme a indicação que, assim, o Senhor lhes dava e que era a seguinte: onde quer que a nuvem parasse é que eles assentavam o acampamento. 19Mesmo que achassem muito longo o tempo em que a nuvem ficava parada sobre o santuário, os israelitas respeitavam essa proibição do Senhor e não se punham a caminho. 20Mas também acontecia por vezes que a nuvem ficava poucos dias sobre o santuário. Os israelitas acampavam ou punham-se a caminho, conforme as indicações do Senhor. 21Acontecia mesmo às vezes que a nuvem só ficava sobre o santuário durante uma noite para se afastar logo de manhã. Nesse caso, eles punham-se imediatamente a caminho. Outras vezes ficava só um dia e uma noite, afastando-se depois; e eles punham-se então a caminho. 22Se ela ficasse sobre o santuário dois dias, um mês ou um período mais longo, os israelitas permaneciam no mesmo acampamento sem se porem a caminho; só quando a nuvem se afastava é que eles se punham a caminho. 23De facto, os israelitas continuavam num acampamento ou punham-se a caminho, conforme as indicações que o Senhor lhes dava; e quando o Senhor lhes transmitia uma ordem por meio de Moisés, eles respeitavam-na rigorosamente.